abril 29, 2005

O Mau das ETAR's Para LOMBARDOS... E Os Outros

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Metade das ETAR do país não funciona em pleno

São mais de metade as estações de tratamento de águas residuais (ETAR) com capacidade excessiva face aos esgotos que tratam, em grande parte devido à falta de conclusão das redes de drenagem para as quais foram concebidas. O deficiente tratamento detectado também em muitas ETAR põe em causa um recurso essencial, a água.

Há muitas ETAR com funcionamento deficiente e com problemas ao nível da construção e concepção, constatam os autores. Faltam os regulamentos municipais de descarga e uma fiscalização eficiente das autarquias e a ligação de zonas industriais a ETAR urbanas aumenta, sem que as câmaras exijam o pré-tratamento dos efluentes.
Assim, a maior parte das infra-estruturas de saneamento que não cumprem valores limites de descarga são as que recebem uma parcela significativa de efluentes industriais, nomeadamente do ramo alimentar, com cargas orgânicas e de gorduras muito elevadas.

UM MAU EXEMPLO NO NOSSO DISTRITO - GUARDA

ETAR de São Miguel incomoda

Alguns moradores na área envolvente da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de São Miguel, localizada na Guarda-Gare, queixam-se dos ruídos provocados pelo barulhos dos motores deste equipamento e dos maus cheiros. Os protestos já chegaram ao Ministério do Ambiente através de um abaixo-assinado. Em declarações ao NG, o vereador da Câmara da Guarda, Esmeraldo Carvalhinho, responsável pelos Serviços Municipalizados, garante que a autarquia está a ter o assunto em conta. Adianta que os maus cheiros foram pontuais e que no tocante ao ruído, estão a ser procuradas soluções.

Alguns dos moradores que se sentem incomodados pelos ruídos dos motores e maus cheiros exalados pela ETAR de São Miguel, já denunciaram a situação junto da Câmara Municipal da Guarda e do Ministério do Ambiente e continuam a aguardar uma solução para o problema. Num abaixo-assinado enviado à Ministra do Ambiente, subscrito por mais de uma centena de moradores, é referido que desde a entrada em funcionamento da ETAR "não aguentamos viver aqui neste local", devido ao "cheiro insuportável que existe no sítio onde vivemos". "De dia e de noite existem horas que não se consegue respirar, pois o cheiro é tanto que até com as janelas fechadas entra para dentro das casas e intoxica tudo. Os que vivem na Quinta das Casetas perto da ETAR não conseguem dormir de noite, pois o barulho dos motores é tanto que dá para pôr as pessoas doentes. Quando fizeram esta estação as nossas casas já existiam, por isso, deviam ter mais respeito pelas pessoas que vivem neste local" - pode ler-se no referido documento.

Os subscritores do abaixo-assinado acrescentam que já contactaram a Câmara Municipal, mas "a resposta é nula e ninguém resolve nada. (...) Achamos que para bem de todos a Câmara tape os tanques e os motores para acabar com os cheiros e o barulho dos motores, pois achamos que temos direito a descansar nas nossas casas, assim como respirar ar puro e natural".

O NG esteve no local e ouviu moradores das Quintas das Bertas e das Casetas que para além dos maus cheiros e barulhos se queixam das melgas e mosquitos que os incomodam. "Isto é insuportável. Já cá esteve o senhor vereador Esmeraldo Carvalhinho que nos disse para termos calma porque isto viria a ser resolvido o mais breve possível" - declararam. Um morador que é dos mais afectados pelo problema, pois reside na Quinta das Casetas, disse que "esta situação é insuportável, porque temos o direito de respirar ar puro e de estar no sossego das nossas casas. Desde que a ETAR entrou em funcionamento, a calma que existia acabou-se, mais devido ao barulho, porque de dia não incomoda tanto, mas de noite não se consegue dormir". "A mim já me disseram que existe uma ETAR em Castelo Branco que não deita cheiros nem faz barulhos" - concluiu.

Mas não é só a ETAR que aflige os moradores naquela zona, visto que também ali existe uma passagem de nível sem guarda que não oferece visibilidade suficiente para que os automobilistas que se deslocam do Bairro da Nossa Senhora de Fátima possam fazer a travessia com o máximo de segurança. Uma questão provocada por um "morro" que a ser rebaixado, segundo um morador, "daria mais segurança a quem atravessa a via". "Os comboios passam aqui a 150, 160 km/hora e uma pessoa tem que espreitar para a esquerda, quase encostar o carro à linha para ver se vem algum combóio. Com o rebaixamento do morro, esse problema seria resolvido. Não podemos ficar à espera que aconteça alguma tragédia para resolver as coisas. Felizmente ainda aqui não houve nenhuma tragédia, mas já houve pessoas que apanharam grandes sustos" - disse o mesmo habitante.

Câmara está atenta às preocupações dos moradores

Confrontado com as críticas dos moradores, o vereador Esmeraldo Carvalhinho optou por falar ao NG no local, até para constatarmos "in loco" se os protestos em relação aos maus cheiros têm ou não razão de ser. De facto, na segunda-feira à tarde, quando visitamos a ETAR de São Miguel, não fomos incomodados pelo mau cheiro. Aliás, um cenário que segundo Esmeraldo Carvalhino, corresponde ao dos últimos dias. "Estamos no interior da ETAR e não se notam os maus cheiros, a não ser que nos abeiremos dos tanques. Admito no entanto, que possa ter havido alguns dias em que os cheiros eram um pouco mais intensos, porque houve uma avaria nas bombas e a estação teve que parar para as bombas serem substituídas. Enquanto foram substituídas e não, com a falta de funcionamento, houve esgoto que estava acumulado nos tanques e é possível que tenha exalado alguns maus cheiros que possam ter incomodado os habitantes da zona, mas mais os habitantes das casas que se situam perto da ETAR e no enfiamento da brisa que sopra nesta zona. Em nosso entender, não é no entanto um cheiro que se torne de tal forma incomodativo que possa trazer problemas de saúde ou ambientais. Dizer também que quando é referido que os maus cheiros se notam no Bairro da Nossa Senhora de Fátima, estamos no perímetro da ETAR e vemos que fica longe, se olharmos para esta rua de acesso à Estação da CP, também reparamos que não se nota o cheiro e o barulhos dos motores ouve-se muito pouco. Agora, continuo a dizer que há moradores na Quinta das Casetas que possivelmente sentirão algum incómodo com os barulhos" - referiu Esmeraldo Carvalhino.

O autarca acrescentou que para minimizar o problema dos ruídos e o efeito do mau cheiro, que possam surgir na eventualidade da ETAR ter que permanecer parada durante alguns dias para reparações, "já plantámos uma cortina de árvores em volta da ETAR, que demorarão algum tempo a crescer, mas que pensamos que irão minimizar estes problemas. Quanto aos barulhos, já pedimos aconselhamento técnico no sentido de tentarmos insonorizar um pouco mais os motores eléctricos que fazem o arejamento dos tanques. É um barulho que não se torna tão incomodativo quanto isso, mas admitimos que durante a noite e a horas mais sossegadas possa tornar-se um pouco mais perceptível. Iremos também, já solicitamos apoio nesse sentido, medir o ruido no interior da casa do principal queixoso, porque é normalmente um habitante da Quinta das Casetas que se queixa desta questão, para vermos se teremos ou não que fazer alguma coisa no sentido de minimizar os problemas da habitação do senhor em causa".

Esgotos a 100%

Entretanto, o NG aproveitou a oportunidade para perguntar ao vereador responsável pelo pelouro dos Serviços Municipalizados para descrever a situação verificada na cidade em relação ao tratamento de esgotos. Esmeraldo Carvalhinho respondeu: "Neste momento, os esgotos estão a ser tratados nas três estações de tratamento. Temos os esgotos domésticos todos canalizados para os colectores de cintura que levam o esgoto a tratamento final para as três estações que temos em funcionamento, ou seja, as ETARs de São Miguel, Torrão e Alfarazes. Não temos colectores a céu aberto, excepto em situação pontuais, devido a entupimento momentâneo".

Quanto aos esgotos que até há relativamente pouco tempo corriam para a ETAR dos Galegos, cuja construção não foi terminada, adiantou que estão a ser conduzidos, de uma forma não definitiva, para a ETAR de São Miguel, através de um colector que foi construído entre o Bairro do Pinheiro e o cruzamento do Parque Industrial, que está à vista "porque teve que ficar coma aquela altura para vencer o desnível, por forma a levar os esgotos da bacia de drenagem dos Galegos para a ETAR de São Miguel".

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Vantages de ter Uma ETAR para LOMBARDOS e Vizinhos

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ETAR é o acrónimo para Estação de Tratamento de Águas Residuais que, em linguagem popular, se designa também por Estação de Tratamento de Esgotos.

Como diz o próprio acrónimo estas estações tratam as águas sanitárias (residuais) para estas depois serem escoadas para o mar ou rio com um índice de poluição mais reduzido.

Numa ETAR as águas residuais passam por vários tratamentos entre os quais podemos distinguir a sedimentação, a floculação, a clarificação, a filtração e o arejamento.


Tese de investigador nacional com aplicação no tratamento de efluentes

Um investigador da Universidade do Minho (UM) desenvolveu, recentemente, um conjunto de ferramentas informáticas de análise de imagem e processamento de dados para diagnóstico, supervisão e controlo de processos biológicos de tratamento de efluentes em estações de tratamento de águas residuais (ETAR’s). Desta forma, conquistou o Prémio CUF - uma distinção atribuída a teses de doutoramento na área da engenharia química com aplicação na indústria nacional.

Eugénio C. Ferreira, membro do Centro de Engenharia Biológica da UM e orientador de António Luís Amaral, vencedor do concurso, salienta a importância de um projecto multidisciplinar como este a nível ambiental e nacional. “A análise da imagem irá permitir a detecção precoce e microcóspica de um eventual desvio nas condições de operação do sistema de tratamento e
facilitará a comparação entre os parâmetros morfológicos de agregados microbianos e bactérias filamentosas e os dados operacionais em digestores anaeróbios e tanques de arejamento”, refere.

Vantagens que se revelam na aquisição do aumento da capacidade produtiva das estações, uma vez que o acesso a esta ferramenta de trabalho propicia a identificação e monitorização atempada das condições e dos problemas de operação das ETAR’s, nomeadamente ao nível “da composição e propriedades de sedimentação da biomassa presente”, explica este responsável. Além disso, “facilitam a separação das lamas do efluente líquido final e, consequentemente, ampliam a qualidade do mesmo no fim do circuito de tratamento”.

Técnicas inovadoras que, simultaneamente, ajudam a diminuir a percentagem relativa ao número de vezes em que os tanques de arejamento e os sedimentadores para limpeza são, temporariamente, obrigados a encerrar, uma vez que a informação previamente recolhida através da análise da imagem indica, antecipadamente, ao operador quais os desvios nas condições normais de operação.

De acordo com Eugénio Ferreira, a aplicação prática da tese é vantajosa não só em termos económicos, mas também na forma como permite poupar tempo e “aumentar a qualidade,” quer dos sistemas de tratamento, quer do próprio ambiente, uma vez que a maior parte dos efluentes são lançados em meio hídrico e representam um impacto negativo a nível ecológico. As técnicas desenvolvidas por A. Luís Amaral contribuem ainda para dar a conhecer, às ETAR’s, a morfologia dos agregados microbianos, que de outra forma ficariam por descobrir.

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Funcionamento de uma ETAR para LOMBARDOS... e não só!!!

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*Tomem atenção ao Semanário da LOMBA este Sábado dia 30 de Abril de 2005*

Funcionamento de uma ETAR
A degradação dos recursos hídricos em Portugal tem, ainda, como causa principal o lançamento nos cursos de água doce de efluentes domésticos e industriais, muitas vezes, sem qualquer tratamento. Por outro lado, quando existem as Estações de Tratamento de Águas Residuais, ETAR, têm tido muitos problemas de funcionamento, quer por má gestão quer por inadequação de tratamento em bypass.
Há dois grandes tipos de água residuais: as domésticas e as industriais. As águas residuais domésticas são geralmente resultantes da actividade habitacional podendo ser águas fecais e saponáceas. As águas residuais industriais são provenientes das descargas de diversos estabelecimentos. As suas características são função do tipo e processo de produção. Caso particular deste tipo são as águas residuais das tinturarias e indústrias têxteis.

De modo geral existem quatro tipos de tratamentos de um efluente. Porém a necessidade de os utilizar é dependente do tipo e processo de produção das águas a tratar.

No tratamento preliminar, constituído por processos físico-químicos, é feita a remoção dos flutuantes através da utilização de grelhas e de crivos grossos; e a separação da água residual das areias a partir da utilização de canais de areia.

O tratamento primário é também constituído por processos físico-químicos. Nesta etapa procede-se ao pré-arejamento, equalização do caudal, neutralização da carga do efluente a partir de um tanque de equalização e, seguidamente, procede-se à separação de partículas líquidas ou sólidas através de processos de floculação e sedimentação, utilizando um sedimentador. As lamas resultantes deste tratamento são sujeitas a um processo de digestão anaeróbio num digestor anaeróbio ou tanque séptico.

O tratamento secundário é constituído por processos biológicos seguidos de processos físico-químicos. No processo biológico podem ser utilizados dois tipos diferentes de tratamento:
- aeróbios, onde se podem utilizar, dependendo da característica do efluente, tanque de lamas activadas (o ar é insuflado com um arejador de superfície), lagoas arejadas com macrófitos, leitos percoladores ou biodiscos;
- anaeróbio, podem ser utilizadas as lagoas ou digestores anaeróbios.

O processo físico-químico é constituído por um ou mais sedimentadores secundários. Nesta etapa é feita a sedimentação dos flocos biológicos, saindo o líquido, depois deste tratamento, isento de sólidos ou flocos biológicos. As lamas resultantes deste tratamento são secas em leitos de secagem, sacos filtrantes ou filtros de prensa.

O tratamento terciário é também constituído por processos físico-químicos. Nesta fase procede-se à remoção de microrganismos patogénicos através da utilização de lagoas de maturação e nitrificação. Finalmente, a água resultante é sujeita a desinfecção através da adsorção (com a utilização de carvão activado), e, se necessário, tratamento com cloro e ozono. Embora nos últimos anos se tenha verificado um aumento no interesse pelos tratamentos químicos de águas residuais, na ETAR de Mirão o tratamento dos efluentes é restrito às operações físicas e aos processos biológicos. Em Portugal, o emprego dos tratamentos químicos é ainda menor do que noutros países, aqui nem sequer a desinfecção dos efluentes tratados consta da prática corrente.

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abril 28, 2005

RESSONÂNCIA SCHUMANN Sonhos de Filipe Domingos da LOMBA

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RESSONÂNCIA SCHUMANN

Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou tem base real?
Pela ressonância Schumann se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo electromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz.

Empiricamente fez-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora dessa frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à acção de um simulador Schumann recuperavam o equilíbrio e a saúde.

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou.

Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior actividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real nesse transtorno da ressonância Schumann.

Gaia, esse super organismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar procurando formas de retornar ao seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projectarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores, como a irrupção da quarta dimensão, pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o biorritmo da Terra.

Não pretendo reforçar esse tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efectivamente, um super organismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.

Se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais serenidade, com mais amor, que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti cultura dominante, que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efectivos. Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.

Posted by jpastor at 05:25 AM | Comentários: (0)

abril 27, 2005

Apollo 11 - A Ida à Lua LOMBARDA

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A Apollo 11 foi a primeira missão tripulada a pousar na Lua. Ela foi enviada pela Nasa (agência espacial dos EUA), e pousou na superfície lunar em 20 de Julho de 1969, em um local chamado "Sea of Tranquility". Neil Armstrong (comandante do vôo) e Edwin E. "Buzz" Aldrin (piloto do Módulo Lunar, chamado nesta missão de Eagle - Águia em inglês) tornaram-se os primeiros homens a caminhar no solo lunar. Michael Collins (piloto do Módulo de Comando) permaneceu em órbita no Módulo de Comando.

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Tripulação da Apollo 11. da esquerda para a direita: Neil Armstrong, Michael Collins e "Buzz" AldrinA.
Apollo 11 decolou em 16 de julho de 1969, pousou na Lua em 20 de julho de 1969, e retornou a Terra em 24 de julho de 1969, em um vôo perfeito, a não ser pela pequena quantidade de combustível que restara no pouso na Lua (20 segundos), o que poderia ter causado o abandono da missão. No entanto, Armstrong e "Buzz" Aldrin foram em frente e completaram a missão.
Devido à complexidade do procedimento de descida, e à pouca capacidade do computador de pouso, soou um alarme quando o Módulo Lunar estava a apenas 13 mil metros da superfície da Lua. O centro de controle, em Houston (EUA), ordenou que eles continuassem. A 300 metros do solo Armstrong e Aldrin perceberam que pousariam em uma cratera. Imediatamente eles desligaram o piloto automático e tomaram o controle manual. A partir daí, o pouso é emocionante, e eles só conseguem encontrar um local seguro para pouso a apenas 40 metros de altura, quando faltavam apenas 20 segundos de combustível. Quando os motores foram desligados, Armstrong fala no rádio: "Houston, a Águia pousou".
Após o pouso, "Buzz" Aldrin, católico fervoroso, retirou de um estojo que carregava uma hóstia e comungou, em um ritual silencioso de devoção e agradecimento pelo ocorrido.

Os dois decidiram reduzir o período de descanso de quatro horas programado até que pudessem sair para caminhar na superfície da Lua, no que a base de controle concordou.
Neil Armstrong, ao dar seu primeiro passo no solo lunar, disse a famosa frase: "um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".
Os astronautas colocaram uma placa na Lua, onde se lê: Here Men From Planet Earth First Set Foot Upon The Moon. July 1969 A.D. We Came In Peace For All Mankind. (Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade).

Foram recolhidas pedras para estudos científicos e posta uma bandeira dos EUA no solo da Lua.

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abril 26, 2005

Lembram-se do Rui JORDÃO do Sporting Clube... da LOMBA?

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Rui Jordão

Jordão nasceu em Benguela, Angola, a 9 de Agosto de 1952.

As características que possuía davam-lhe garantias para se tornar um grande futebolista. Mas, um professor de ginástica convenceu-o de que as suas qualidades estavam mais viradas para o atletismo, e por isso inscreveu-o nos campeonatos de Angola.

Sem treinar, Jordão sagrou-se vice-campeão dos 80 metros. Uma lesão, nesta competição, afastou-o das pistas e do futebol.

No dia 28 de Agosto de 1977 ingressou no Sporting. O sonho de criança tornou-se real.

Jordão teve uma estreia auspiciosa num jogo contra o Vasco da Gama, onde a equipa brasileira perdeu por 2-1 e os dois golos da formação verde e branca foram marcados pela mais recente estrela da companhia.

A carreira do atleta «leonino» ficou marcada pelas lesões que sofreu ao serviço do futebol.

Jordão foi uma das figuras mais carismáticas dentro do Sporting. Ao serviço do Clube conquistou dois campeonatos nacionais nas épocas de 1979/80 e 1981/82; duas Taças de Portugal nas temporadas de 1977/78 e 1981/82 e uma Supertaça em 1981/82. Venceu a Bota de Prata em 1979/80, marcando 31 golos no Campeonato Nacional.

Ao longo da carreira marcou 247 golos em jogos oficiais, ao serviço de seis clubes.

Representou a Selecção Nacional "A" por 43 vezes e marcou 15 golos. Estreou-se com a camisola das «quinas» no dia 29 de Março de 1972, num jogo frente ao Chipre (4-0).

Realizou o último jogo a 25 de Janeiro de 1989, em Atenas, contra a Grécia (2-1). Fez parte da equipa que conquistou o segundo lugar na Minicopa, em 1972 e no Europeu de 1984 classificou-se em 3º lugar.

CURRICULUM:
Nome: Rui Manuel Trindade Jordão
Local de Nascimento: Benguela (Angola)
Data de Nascimento: 9 de Agosto de 1952
Início de Carreira no Sporting: 28 de Agosto de 1977
Títulos conquistados ao serviço do Sporting:
2 Campeonatos Nacionais (1979/80 e 1981/82)
2 Taças de Portugal (1977/78 e 1981/82)
1 Supertaça (1981/82)
1 Bota de Prata (1979/80)
Internacionalizações: 43

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abril 23, 2005

Hipnose... de LOMBARDOS

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hipnose

A hipnose é um processo que envolve um hipnotizador e uma pessoa disposta a ser hipnotizada. O estado hipnótico é geralmente caracterizado por (a) concentração intensa, (b) relaxamento extremo, e (c) alta sugestionabilidade.

Sua versatilidade é ímpar. Ela é praticada em ambientes sociais radicalmente diferentes: salões, clínicas, salas de aula e delegacias de polícia. Hipnotizadores de salão geralmente se apresentam em bares e casas noturnas. Seus pacientes geralmente são pessoas cujo conceito de diversão consiste em reunirem-se com dezenas ou centenas de pessoas num local onde o principal agente de coesão social é o álcool. Os pacientes dos hipnotizadores clínicos são geralmente pessoas com problemas, que ouviram dizer que a hipnoterapia é útil no alívio da dor ou para se superar um vício, ou uma fobia, etc. Outros usam a hipnose para recuperar lembranças reprimidas de abuso sexual ou de vidas passadas. Alguns psicólogos e hipnoterapeutas a utilizam para descobrir verdades ocultas da consciência normal, acessando a mente inconsciente, onde essas verdades supostamente residiriam. Finalmente, alguns pacientes da hipnose são pessoas que foram vítimas ou testemunhas de um crime. A polícia as incentiva a submeterem-se à hipnose a fim de ajudá-las a recordar detalhes de suas experiências.

Hipnose: a visão comum desafiada

A visão que as pessoas comumente têm da hipnose é de que ela seja um estado alterado de consciência, semelhante a um transe. Muitos dos que aceitam essa idéia também acreditam que a hipnose seja uma forma de se obter o acesso a uma mente inconsciente, repleta de lembranças reprimidas, personalidades múltiplas, inspirações místicas, ou recordações de vidas passadas. Essa visão da hipnose como um estado alterado e como portal para conhecimentos ocultos sobre o "eu" e sobre o universo é considerada um mito por muitos psicólogos. Existem dois aspectos distintos, porém relacionados, dessa visão mística da hipnose: o mito do estado alterado e o mito do reservatório oculto.

Aqueles que defendem a teoria do estado alterado muitas vezes citam estudos que mostram que, durante a hipnose (1) os estados elétricos do cérebro mudam, e (2) as ondas cerebrais são diferentes das que ocorrem na consciência desperta normal. Os críticos da visão mística argumentam que esses fatos são irrelevantes para estabelecer a hipnose como um estado alterado de consciência. Poderíamos, da mesma forma, chamar os atos de sonhar acordado ou de espirrar de estados alterados, já que nessas experiências apresentam-se alterações elétricas no cérebro e mudanças nas ondas cerebrais, em relação à consciência desperta normal.

Os que defendem a teoria do reservatório oculto inconsciente apóiam sua crença em relatos de numerosas pessoas que, quando hipnotizadas, (a) recordam-se de eventos de suas vidas presentes ou passadas, dos quais não têm nenhuma lembrança consciente, ou (b) relatam estar em locais distantes e/ou épocas futuras.

A maior parte do que se sabe sobre a hipnose, ao contrário do que se acredita, veio de estudos sobre os pacientes hipnóticos. Sabemos que há uma correlação significativa entre ser imaginativo e responder à hipnose. Sabemos que os propensos a fantasias são provavelmente também excelentes pacientes hipnóticos. Sabemos que imagens vívidas aumentam a sugestibilidade. Sabemos que os que acham a hipnose uma bobagem não podem ser hipnotizados. Sabemos que os pacientes da hipnose não são transformados em zumbis e não são controlados pelos hipnotizadores. Sabemos que a hipnose não melhora a exatidão da memória de nenhuma forma especial. Sabemos que uma pessoa hipnotizada é bastante sugestionável e que a memória pode ser facilmente "completada" pela imaginação e por sugestões feitas sob hipnose. Sabemos que a confabulação é bastante comum durante a hipnose, e que muitos dos estados americanos não aceitam testemunhos induzidos pela hipnose, por serem intrinsecamente não confiáveis. Sabemos que o fator que melhor prevê a resposta à hipnose é o que a pessoa acredita a respeito dela.

A hipnose em seu contexto sócio-cognitivo

Se a hipnose não é um estado alterado nem um portal para uma mente inconsciente mística e oculta, então o que é? Por que tantas pessoas, inclusive as que escrevem livros de psicologia ou verbetes de enciclopédias e dicionários, continuam a perpetuar a idéia mística da hipnose como se fosse um fato científico? Por um motivo: a mídia perpetua esse mito através de incontáveis filmes, livros, programas televisivos, etc., e existe uma tradição estabelecida entre os hipnoterapeutas que têm fé no mito, fazem dele seu sustento e vêem muitos efeitos nas sessões que, em seu ponto de vista, só podem ser chamados de "sucessos". Eles têm até numerosos estudos científicos que apóiam suas opiniões. Psicólogos como Robert Baker acreditam que tais estudos são tão válidos quanto os que davam respaldo à crença no flogisto ou no éter. Baker afirma que aquilo que chamamos de hipnose é, na verdade, uma forma de comportamento social aprendido.

O hipnotizador e o hipnotizado aprendem o que se espera deles de acordo com os respectivos papéis, e reforçam um ao outro com suas representações. O hipnotizador fornece as sugestões e o paciente responde a elas. O restante do comportamento --a repetição de sons ou gestos por parte do hipnotizador , sua voz suave e relaxante, etc., assim como a postura semelhante a um transe ou repouso semelhante ao sono, etc., por parte do paciente-- são apenas encenação, parte do teatro que faz com que a hipnose pareça misteriosa. Despindo-se essa roupagem dramática, o que resta é algo bastante trivial, mesmo se extraordinariamente útil: um estado auto-induzido e "psiquificado" de sugestibilidade.

O psicólogo Nicholas Spanos concorda com Baker: "os procedimentos hipnóticos influenciam o comportamento indiretamente, alterando as motivações, expectativas e interpretações do paciente." Isso não tem qualquer relação com levá-lo a um transe ou exercer controle sobre a mente inconsciente. A hipnose, segundo Spanos, é um comportamento aprendido, que surge de um contexto sócio-cognitivo. Podemos obter os mesmos resultados de diversas formas: indo à universidade ou lendo um livro, fazendo cursos de treinamento ou ensinando uma nova habilidade a alguém, ouvindo palavras de estímulo ou dizendo-as a nós mesmos, freqüentando cursos de motivação ou simplesmente criando voluntariamente uma determinação para atingir objetivos específicos. Em resumo, o que se chama de hipnose é um ato de adequação social, e não um estado de consciência específico. O hipnotizado age de acordo com as expectativas que têm do hipnotizador e da situação hipnótica, e comporta-se da forma que acha que se espera que uma pessoa se comporte quando hipnotizada. O hipnotizador age de acordo com as expectativas que tem do paciente (e/ou da platéia) e da situação hipnótica, comporta-se da forma que acha que se espera que uma pessoa se comporte quando faz o papel do hipnotizador.

Spanos compara a popularidade da hipnose com o fenômeno do século dezenove que hoje chamamos de mesmerismo. Além disso, traça uma analogia entre as crenças na hipnose e na possessão demoníaca e exorcismo. Cada uma delas pode ser explicada nos termos de um contexto sociocognitivo. Os conceitos de papéis dos participantes em todas essas crenças e comportamentos são aprendidos e reforçados nos respectivos ambientes sociais. São dependentes do contexto e da disposição por parte dos participantes de representar seus papéis. Dentro de um quadro social, havendo pessoas suficientes oferecendo suficiente respaldo, praticamente qualquer conceito ou comportamento pode ser ardorosamente defendido como um dogma pela comunidade científica, teológica ou social.

E.M. Thornton, também psicólogo, estende a analogia entre a hipnose, o mesmerismo e o exorcismo. Defende que o que se pede aos hipnotizados é basicamente que representem "o que realmente equivale a uma paródia dos sintomas epilépticos." Se algum paciente hipnotizado ou mesmerizado parece possuído é porque a possessão envolve um contexto sócio-cognitivo semelhante, uma representação de papéis e uma relação de afinidade semelhante. As crenças centrais diferem entre si, e a idéia dominante de um estado alterado, ou magnetismo animal, ou de demônios invasores, dão às experiências suas características distintas. No fundo, porém, hipnose, mesmerismo, histeria ou possessão compartilham o mesmo fundamento: tratam-se de construções sociais arquitetadas principalmente por terapeutas entusiasmados, artistas e religiosos de um lado, e por pessoas sugestionáveis, imaginativas, desejosas, fantasiosas, com profundas necessidades ou capacidades emocionais de outro.

hipnose: o bom, o mau e o feio

Freud, o padrinho da repressão, sabiamente abandonou o uso da hipnose nas terapias. Infelizmente, no entanto, ela continua sendo usada numa ampla variedade de contextos, nem sempre benéficos. Usá-la para auxiliar pessoas a parar de fumar ou manter uma dieta pode ser útil e, mesmo se não der certo, provavelmente não será prejudicial. Usá-la para ajudar pessoas a recordar placas de carros usados em crimes pode ser útil e, mesmo se não der certo, provavelmente não será prejudicial. Usá-la para ajudar vítimas ou testemunhas de crimes a recordar o que aconteceu pode ser útil, mas pode também ser perigoso devido à facilidade com que o paciente pode ser manipulado por sugestões do hipnotizador. Hipnotizadores policiais excessivamente determinados podem colocar sua convicção na culpa daqueles que pensam ser culpados acima da convicção honesta, gerada por provas honestas apresentadas a um júri. A hipnose também é perigosa no ambiente policial devido à tendência de muitos policiais de acreditar em soros da verdade, detetores de mentiras, e outras formas mágicas e fáceis de se obter a verdade.

Usar a hipnose para ajudar pessoas a recuperar lembranças de abuso sexual por parte de seus parentes próximos ou por alienígenas em naves espaciais é perigoso e, em alguns casos, claramente imoral e degradante. Às vezes, a hipnose é utilizada para incentivar o paciente a se recordar e então passar a acreditar em eventos que provavelmente nunca aconteceram. Se essas lembranças não fossem de eventos tão horríveis e dolorosos isso causaria menores preocupações. Mas, ao nutrir ilusões de males sofridos, os terapeutas freqüentemente causam danos irreparáveis aos que depositam neles sua confiança. E o fazem em nome de curar e tratar pessoas, assim como faziam os padres do passado quando caçavam bruxas e exorcizavam demônios.

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abril 22, 2005

Conferência de Ialta... Na LOMBA

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Realizada na Criméia entre 4 e 11 de fevereiro de 1945, a Conferência de Ialta foi o primeiro encontro dos líderes aliados numa época em que a vitória estava praticamente garantida. Um erro de cálculo dos aliados ocidentais sobre a duração do conflito fez com que aceitassem as imposições de Stalin sobre a delimitação de fronteiras, selando assim, há 60 anos, o que pouco depois se tornaria a Cortina de Ferro.

Os três grandes líderes reuniram-se de 4 a 11 de fevereiro de 1945 em Ialta, na Criméia, após mais de cinco anos de guerra e milhões de mortos. Praticamente já ocupada, a Alemanha não estava mais em condições de resistir por muitas semanas. A Itália estava rendida, mas o Japão ainda resistia no Oceano Pacífico. Embora a Segunda Guerra Mundial ainda não estivesse oficialmente terminada, Franklin D. Roosevelt, Josef Stalin e Winston Churchill, considerando-se vencedores dos nazistas e fascistas, iniciaram a discussão sobre a ordem internacional do pós-guerra.

A Conferência de Ialta, às margens do Mar Negro, foi uma das três grandes conferências que determinaram o futuro da Europa e do mundo no pós-guerra (além da de Teerã, em 1943, e a de Potsdam, em meados de 1945). Mesmo que a divisão do mundo não estivesse nos planos das lideranças aliadas neste momento, a Guerra Fria acabou sendo uma das conseqüências do encontro.

Para o historiador Jost Dülffer, da Universidade de Colônia, Ialta tinha boas chances de estipular uma nova ordem de paz no pós-guerra: "Aprovou-se uma declaração sobre a Europa libertada e discutiram-se várias questões, cuja solução era apenas parcial. Por fim, eles tiveram que se curvar aos fatos: os russos estavam às margens do Rio Oder, no Leste, e os norte-americanos na fronteira oeste da Alemanha".

Polônia, o tema mais controverso

Com relação à Organização das Nações Unidas, que estava por ser criada, decidiu-se a composição de um conselho de segurança com direito de veto. Quanto à Alemanha, as potências aliadas resolveram exigir a "capitulação incondicional" e decidiram dividir o país em três zonas de ocupação. Os detalhes seriam resolvidos por uma comissão constituída para este fim. Por pressão dos soviéticos, a única decisão tomada foi em relação a reparações e o desmonte de instalações industriais.

A Polônia foi o tema mais controvertido da conferência na Criméia, naqueles dias de fevereiro de 1945. Temendo o avanço soviético na Europa Central, o premiê britânico, Winston Churchill, e o presidente norte-americano, Franklin D. Roosevelt, planejavam para Varsóvia um governo com legitimação democrática, escolhido através de eleições livres. Enquanto Stalin ressaltava o poder democrático do governo por ele constituído na Polônia, os britânicos salientavam a legitimidade do governo polonês no exílio, estabelecido em Londres.

Churchill e Roosevelt cederam a Stalin

As duas frentes optaram por uma solução consensual: o governo constituído pelos soviéticos foi ampliado em alguns membros apontados pelos aliados. A partir de junho de 1945, entretanto, o governo polonês passou a ser dominado por membros pró-soviéticos.

Stalin ainda conseguiu impor o deslocamento da fronteira soviética para o oeste. Afinal, o aliados ocidentais precisavam do apoio de Moscou contra os japoneses no Oceano Pacífico. A fronteira leste da Alemanha ao longo dos rios Oder e Neisse foi sugestão do secretário-geral do partido comunista soviético. A nova linha divisória viria a delimitar a Cortina de Ferro posteriormente, dividindo o mundo durante quase 50 anos de Guerra Fria.

Em 1946, o próprio Churchill reconheceria: "De Sczecin, no Mar Báltico, até Trieste, no Mar Adriático, transcorre uma cortina de ferro pelo continente. Por trás desta linha estão todas as capitais da Europa Central e do Leste Europeu. Todas as cidades e suas populações estão sob influência soviética. Os acertos feitos em Ialta foram vantajosos demais para os soviéticos. Mas estas decisões foram tomadas numa época em que ainda não se sabia que a guerra não duraria nem até o fim de 1945, num momento em que achávamos que o conflito com o Japão persistiria pelo menos 18 meses após o final da guerra com a Alemanha".

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abril 21, 2005

Pensa... mente(os) do Zé Dias (he... he... he...)... O LOMBARDO

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A. "Sozinho, um homem não é nada... nem corno!!!"
(Anónimo)
B. "A minha esposa tem um bom físico."
(Albert Einstein)
C. "Nunca pude estudar Direito."
(O Corcunda de Notre Dame)
D. "Sempre quis ser o primeiro."
(João Paulo II)
E. "O automóvel nunca substituirá o cavalo."
(A égua)
F. "Disseram-me para jogar junto à linha branca."
(Diego Maradona)
G. "Tenho um nó na garganta."
(Tiradentes)
H. "Gosto da humanidade."
(Canibal)
I. "Chega de humor negro!"
(Ku Klux Klan)
J. "És a única mulher da minha vida."
(Adão)
K. "Levantarei os caídos e oprimirei os grandes."
(Sutiã)
L. "Vamos por partes..."
(Jack, "O Estripador")

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abril 20, 2005

A Batalha de Aljubarrota da LOMBA

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Batalha de Aljubarrota - o «antes»

Quando o rei D. Fernando morreu, em 1383, a sua sucessora legítima era a sua única filha D. Beatriz.

O problema é que D. Beatriz era casada com D. João I, rei de Castela, o que podia pôr em risco a independência de Portugal em relação a Espanha, pois o nosso rei passaria a ser castelhano.

Assim, quando D. Beatriz se tornou rainha, os portugueses (os que tinham influência) não sabiam muito bem o que pensar. Uns aceitaram-na, mas outros não queriam obedecer-lhe.

D. Leonor Teles, a viúva do rei D. Fernando, aceitava bem esta situação, até porque era ela a regente do reino (a pessoa que reina em vez do rei - ou rainha).

Por seu turno, D. João, Mestre de Avis, meio-irmão de D. Fernando, era um dos portugueses que não queria D. Beatriz no trono.

Para enfraquecer o poder da rainha, D. João Mestre de Avis matou o Conde Andeiro, um castelhano que era o maior conselheiro de D. Leonor e que na verdade fazia a regência do trono por ela...

Com esta atitude, D. João Mestre de Avis ganhou o apoio do povo, da burguesia e de alguns nobres contra D. Beatriz.

Com medo do poder do Mestre de Avis, D. Leonor Teles pediu ajuda ao rei de Castela (ao genro) para impedir que D. Beatriz perdesse o trono.

Batalha de Aljubarrota - o cerco de Lisboa e a guerra

O rei de Castela também não gostou de ver a sua influência em Portugal ser diminuída, por isso mandou as suas tropas para Portugal e cercou Lisboa, onde estava D. João Mestre de Avis.

O cerco de Lisboa foi um dos mais difíceis e longos da história de Portugal.
No entanto, as discussões entre o exército castelhano e a peste fizeram com que os portugueses não tivessem que se render...

Esta vitória deu ao Mestre de Avis uma notoriedade muito grande entre o povo português que o nomeou «defensor e regedor do reino».

Quem não gostou nada do novo ocupante do trono foram os castelhanos... E o rei de Castela ordenou uma nova invasão a Portugal.

O resultado foram várias batalhas entre os dois exércitos. Uma delas foi a batalha dos Atoleiros em 1384, o primeiro sítio onde se usou a "táctica do quadrado", que resultou muito bem!

A táctica do quadrado, era usada em "pequena" escala contra um exército proporcionalmente maior e foi inspirada nas tácticas de Alexandre Magno (retirada de um livro que D. Nuno Álvares Pereira tinha lido há pouco tempo).

Depois desta vitória portuguesa, as cortes de Coimbra decidiram, em Março de 1385, aclamar D. João Mestre de Avis como o novo rei de Portugal.
Assim terminou a Crise (de sucessão) de 1383-85.

Mas de todas as batalhas, a mais referida é a de Aljubarrota, no dia 14 de Agosto de 1385.

Batalha de Aljubarrota - a batalha

O grande herói desta batalha foi D. Nuno Álvares Pereira, um grande apoiante de D. João Mestre de Avis, que decidiu não esperar em Lisboa pelos castelhanos e encontrar-se com eles a caminho de Leiria.

D. Nuno Álvares Pereira organizou um pequeno exército que combateu os castelhanos com besteiros e arqueiros a pé que formavam filas para derrubar os inimigos. Sabias que nesta batalha havia cavaleiros ingleses a ajudar o exército português?

D. Nuno aproveitou pequenas elevações do terreno, onde colocou arqueiros e besteiros. Mandou cavar fossos (chamados covas-de-lobo) disfarçados com folhas, para que os cavaleiros castelhanos lá caíssem.

Depois, dispôs as suas forças em três alas, sendo que uma delas (maior) ficava de reserva à retaguarda, comandada por D. João Mestre de Avis.

À frente uma grande linha de soldados comandada pelo Condestável (D. Nuno) enfrentava de frente os castelhanos, dando-lhes a sensação de que estavam em vantagem.

A ala esquerda era a célebre ala dos namorados, que enfrentou bravamente os castelhanos, e a ala direita era conhecida por ala da madressilva, que, enquanto a primeira lutava, fazia chover flechas sobre o exército inimigo.

Quando os cavaleiros exército castelhano viram avançar os soldados portugueses a pé, recolheram um pouco as suas lanças, julgando que não seria necessário um esforço assim tão grande para os derrotar.

Imaginem a sua surpresa quando as várias alas começaram a avançar e os rodearam!

Esta táctica militar, que ficou conhecida como a "táctica do quadrado", foi o segredo para a derrota dos castelhanos. Apesar da batalha sangrenta, as maiores perdas foram do exército castelhano que foi cercado de surpresa pelas tropas portuguesas.

O resultado foi a vitória dos portugueses frente a um exército muito superior, tanto em número como em armas!

Para teres uma ideia, os portugueses tinham 1700 lanças, 800 besteiros e 4000 peões; ao todo 6500 homens.
Por seu turno, os castelhanos tinham 5000 lanças, 2000 cavalos, 8000 besteiros e 15 000 peões, num total de 30 000 homens, com 700 carroças, milhares de animais carregando mantimentos e munições, 8000 cabeças de gado e muitos pagens e outra gente de serventia!

Esta batalha foi um marco muito importante na História de Portugal porque evitou que o País caísse nas mãos de Castela e perdesse a sua independência.



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abril 19, 2005

Habemus PAPA... na LOMBA

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Ratzinger é o novo Papa

Bento XVI Joseph Ratzinger foi eleito novo Papa e adoptou o nome de Bento XVI
O cardeal alemão, agora eleito Papa, já falou à multidão na Praça de S. Pedro em Roma e agradeceu a saudação de muitas pessoas de várias etnias e nacionalidades que foram saudar o novo Papa.

Ratzinger é o 265º papa da história e foi o braço-direito de João Paulo II. É considerado conservador e tem grande influência no Vaticano.

Joseph Ratzinger é de origem alemã e nasceu em 16 de Abril de 1927 (tem 78 anos). Filho de um polícia e de uma família de agricultores da Baviera e foi ordenado padre em 1951.

Durante 23 anos dirigiu a "Congregação para a Doutrina da Fé" o que lhe permitiu «zelar» pela doutrina da Igreja e, em alguns casos, puniu 140 teólogos que se distanciaram da doutrina oficial do Vaticano.

Conhecido como o «Guardião do Dogma» teve ainda um comportamento condenação da homossexualidade e de crítica à participação das mulheres no «ofício» da Igreja.

Passavam quatro minutos das 17 horas, em Lisboa, quan do tocaram os sinos da Basílica de São Pedro. Minutos antes, às 17h50, fumo branco saiu da chaminé na Capela Sistina. O Conclave tinha eleito o sucessor de João Paulo II.

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Cardeal José da Cruz Policarpo, da LOMBA

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O cardeal Dom José da Cruz Policarpo nasceu em 26 de Fevereiro de 1936, em Alvorninha (Caldas da Rainha), é Cardeal da Igreja Católica desde 2001. É o actual arcebispo e cardeal patriarca de Lisboa. É apontado como papabile no conclave de 2005.

Estudou filosofia e teologia no seminário de Cristo Rei (nos Olivais, em Lisboa). Foi ordenado sacerdote em 15 de Agosto de 1961.

Desenvolve uma actividade pastoral intensa. Foi reitor da Universidade Católica e protagonista da renovação cultural da Igreja portuguesa. Publicou cerca de 50 obras, incluindo as Homilias quaresmais pronunciadas nos últimos anos.

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abril 18, 2005

Castelo do Sabugal para a LOMBA

castelo.jpg
IPA
Monumento

NºIPA
0911300001

Designação
Castelo do Sabugal e muralhas da vila


Localização
Guarda, Sabugal, Sabugal

Acesso
Lg. de Santa Maria

Protecção
MN, Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910, ZEP, DG 282 de 06 Dezembro 1949 e Dec. nº 38 147, DG 05 Janeiro 1951

Enquadramento
Urbano, em destaque, implantado em local planáltico, sobranceiro ao Rio Côa, com encosta arborizada e ajardinada. A NO. adossam-se lateralmente à barbacã dois troços da muralha que cercava a vila. A E. estende-se um terreiro, onde antes se encontrava a Igreja de Nossa Senhora do Castelo. Nas proximidades, a E., a Porta da Vila com Torre do Relógio anexa, confinante com a Pç. da República, onde se situam os Paços do Concelho.

Descrição
MURALHAS: Vestígios de perímetro urbano muralhado: de perceptível traçado ovalado irregular, de que subsiste alguns vestígios junto à Porta da Vila a E., dois troços de muralha a NO., ligados à barbacã e ao ao castelejo por meio de duas torres quadrangulares. CASTELO: de dupla cintura de muralhas, sendo a barbacã pentagonal irregular com ressalto em rectângulo a S. e ligada à muralha da vila a NO., sendo esse pano aberto por pequena porta e seteiras e provido de dois cubelos cilíndricos nos ângulos; outras portas abrem-se a SO. e a SE., em arco quebrado no exterior e pleno no tardoz; interior percorrido por adarve servido por escadas do lado E. e S.; remate em merlões paralelepipédicos vazados por seteiras, também abertas sob as ameias. Castelejo: de traçado trapezoidal irregular provido de adarve protegido por merlões paralelepipédicos com seteiras e integrando quatro torres de planta quadrada, três nos cunhais O., S., e E., e uma do lado SO., e a torre de menagem, pentagonal, no topo SE., todas projectadas para o exterior e providas de adarve e merlões de remate piramidal, estando as duas primeiras ligadas à barbacã e aos troços de muralha NO.; o acesso ao interior do recinto, onde existem parcos vestígios de estruturas, faz-se por duas portas, uma a E., em arco quebrado na fachada exterior e pleno na interior, com passagem coberta por abóbada de berço e encimada por balcão com mata-cães, e uma porta falsa a NO., de arco quebrado com tímpano, no exterior, e em arco pleno no tardoz; o caminho de ronda é servido por 4 escadas, sendo duas na cortina SO., uma do lado oposto e outra a SE., desembocando na porta da torre de menagem, em arco quebrado com tímpano preenchido com pedra de armas com brasão real. Torre de Menagem: com quatro registos alternadamente rasgados por seteiras, sendo que o último é preenchido nas 5 faces por balcões com mata-cães e coroado por merlões rectangulares com remate piramidal. INTERIOR: não coincidente com o exterior, estando o primeiro piso ao nível do segundo registo exterior, constituído por sala única coberta com abóbada polinervada; o segundo piso é igualmente de espaço único com pé-direito duplo e cobertura em abóbada polinervada.

Utilização Inicial
Militar: Castelo

Utilização Actual
Marco Histórico Cultural (Encerrado por intervenção em curso)

Propriedade
Pública: Estatal

Afectação
Câmara Municipal do Sabugal, auto de cessão de 28 Julho 1941

Época de Construção
Séc. 12 / 13 / 14 / 16

Arquitecto / Construtor / Autor
Frei Pedro do Mosteiro de Alcobaça (séc. 14); João Ortega, mestre empreiteiro (séc. 16).

Cronologia
Época pré-romana - Existência de castro, posteriormente romanizado; c. 1160 - Provável reconquista por D. Afonso Henriques, voltando a ser invadido pelos mouros e depois retomado por Leão; 1175 - A povoação encontrava-se integrada no Concelho de Ciudad Rodrigo; c. 1190 - Criação do Concelho do Sabugal por D. Afonso IX de Leão, que teria concedido carta de povoação e mandado edificar o castelo; 1296 - Concessão de carta de foral e reedificação do castelo por D. Dinis, após integração em território português na sequência do Tratado de Alcanices; 1303 - Conclusão de parte importante das obras do castelo, sob a direcção de Frei Pedro do Mosteiro de Alcobaça (CURADO, 1988); 1515 - Renovação do foral por D. Manuel; 1512, 11 Mar. - A Coroa doa dinheiro para as obras do Sabugal e Alfaiates; 1513, 20 Jun. - João Ortega, mestre das obras do Castelo do Sabugal, recebeu do Almoxarife Luís do Mercado 90.000 reais por conta das obras do mesmo, que aquele mestre tomou de empreitada; 1513, 17 Set. - Pagamento a João de Ortega de 90.000 reais, dos 300.000 que o rei desembargou para as obras; 1516, 27 Nov. - Alvará para se dar a Luís do Mercado, almoxarife das rendas do Sabugal, 220.000 reais para as obras do castelo da vila; 1522, 4 Set. - Realização de obras nos muros e cerca do Sabugal e Alfaiates; Séc. 16 - Desenho de Duarte d' Armas, mostrando o castelo em pentágono irregular, com dupla muralha, a interior com quatro torres e a exterior com cubelos circulares a NO. e rasgada em redor por seteiras cruciformes; torre de menagem pentagonal, dando para praça de armas, onde se situava um poço; junto ao castelo, uma ponte de pedra sobre o rio Côa, perto da qual surgia um altar com dois santos de madeira, protectores dos caminhos; séc. 17 - Descrição da vila por Brás Garcia de Mascarenhas *1; 1641 - Inspecção do castelo pelo Eng. Jesuíta Cosmander e depois pelo Gen. Matias de Albuquerque, recebendo então algumas obras de beneficiação, bem como a Torre do Relógio, onde esteve preso Brás Garcia de Mascarenhas, Governador da Praça de Alfaiates; 1811 - O castelo serviu como base de apoio às tropas luso-britânicas no combate a Massena; 1846 - Instalação do cemitério no castelo; início da demolição progressiva da cintura muralhada urbana e reaproveitamento das cantarias em edifícios públicos e particulares; 1911 - Demolição da Igreja de Nossa Senhora do Castelo; 2001, 23 Maio - DGEMN lança concurso para restauro e consolidação das muralhas e torres do castelo, bem como a construção de um anfiteatro ao ar livre e respectivas instalações de apoio.

Tipologia
Arquitectura militar, gótica e manuelina. Castelo de dupla cintura muralhada com barbacã pentagonal com dois cubelos cilíndricos extremos e castelejo trapezoidal com quatro torres de planta quadrangular, adossadas pelo exterior do castelejo, tal como a Torre de Menagem, de planta pentagonal, possuindo balcões com mata-cães. Portas em arco quebrado e pleno. Cortinas coroadas por merlões vazados por seteiras, protegendo adarves . Apresenta afinidades tipológicas com os Castelos de Beja ( v. 0205130003 ), Estremoz ( v. 0704030008 ) e Montalegre ( v. 1706150003 ).

Características Particulares
A barbacã integra parte da cintura interna das muralhas que cercavam o perímetro urbano, com traçado ovalado. Barbacã com embasamento biselado.. Muralha O. da cintura interna de alvenaria granítica na zona inferior e de xisto na zona superior. Subsistem no interior do castelejo alguns vestígios de estruturas arquitectónicas, provavelmente correspondentes à antiga alcáçova.

Dados Técnicos
Estruturas autoportantes

Materiais
Alvenarias de granito e xisto de aparelho isódomo; madeira.

Bibliografia
VITERBO, Sousa, Dicionário Histórico e Documental dos Arquitectos, Engenheiros e Construtores Portugueses, vol. 2, Lisboa, 1922; ALMEIDA, João, Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, Lisboa, 1945; CORREIA, Joaquim Manuel, Terras de Riba-Côa, Memórias sobre o Concelho do Sabugal, Lisboa, 1946; DGEMN, Castelo do Sabugal, Boletim nº 57, Lisboa, 1949; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no Triénio de 1947 a 1949, Lisboa, 1950; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952, Lisboa, 1953; PERES, Damião, A Gloriosa História dos Mais Belos Castelos de Portugal, Porto, 1969; VAZ, João Luís, Sabugal, Esboço de uma Monografia, Sabugal, 1985; CURADO, Fernando Patrício, A Freguesia do Sabugal ao Longo dos Tempos, in Boletim Municipal, Sabugal, 1988; GOMES, Rita Costa, Castelos da Raia. Beira, vol. I, Lisboa, 1997; Monumentos, n.º 19, Lisboa, Outubro 2003, p. 151.

Documentação Gráfica
DGEMN: DSID

Documentação Fotográfica
DGEMN: DSID

Documentação Administrativa
IAN/TT: Corpo Cronológico, Parte I: maço 11, doc. 31; maço 20, doc. 129; maço 28, doc. 69; Parte II: maço 39, doc. 82; maço 41, doc. 175; DGEMN: DSID, DSARH

Intervenção Realizada
DGEMN: 1939 / 1940 - Reconstrução de paredes em alvenaria, construção de merlões, consolidação de paredes com anéis de betão armado, refechamento de juntas em paredes de alvenaria; 1941 - reconstrução de muralha em alvenaria argamassada, construção de merlões; 1942 - reconstrução de um troço de muralha em alvenaria argamassada, construção de merlões, fornecimento de cantaria para cunhais, degraus, escavações e remoção de terras; 1943 / 1944 - reconstrução de muralha em alvenaria argamassada, construção de merlões, fornecimento de cantaria para cunhais; 1945 - Reconstrução de paredes da barbacã em alvenaria, construção de merlões em alvenaria, fornecimento de cantaria para portas e frestas, colocação de portas de madeira; 1946 / 1948 - Construção de paredes de alvenaria e pedra no seguimento das paredes e parapeito da barbacã, fornecimento de cantaria para portas, cunhais, seteiras, merlões e abóbadas, limpeza e refechamento de juntas do lajedo de cantaria da cobertura da torre de menagem, assentamento de lajedo de cantaria no pavimento da torre, colocação de portas em madeira, escavações para pesquisas e regularização do pavimento; 1948 - execução de escada, assentamento de soleiras e degraus em cantaria, regularização e execução de fundações em betão para pavimento de tijoleira, escavação de terras para regularização do terreno do recinto do castelo; 1949 - assentamento de merlões em cantaria, fornecimento de ferragens para as portas, escavação e remoção de terras, desentaipamento da porta O., consolidação e reconstrução dos mata-cães e do remate de todas as torres e cubelos; 1964 - instalação de iluminação exterior; 1966 - construção de uma porta junto à torre de menagem, em substituição da existente em chapa de ferro, arranque de placa de mármore, reposição de silhares, limpeza e refechamento de juntas na Torre do Relógio; 1969 - construção de uma porta da barbacã ( lado S. ); reparação de portas, limpeza e arranque de ervas no recinto interior do castelo e no pavimento da torre de menagem; Câmara Municipal do Sabugal: 1991 - execução de escada de madeira no segundo piso da Torre de Menagem ( projecto do Arqº António Carvalho ); DGEMN: 1993 - consolidação de muralhas e adarves; 1995 - consolidação da muralha junto à Torre do Relógio; 1998 - pavimentação do segundo piso da Torre e introdução de um corrimão na escada de pedra existente; execução de uma mesa de apoio, no piso de entrada, que servirá também para integrar o quadro eléctrico; reformulação e beneficiação de toda a instalação eléctrica; pintura dos elementos em madeira; 1999 - pavimentação do segundo piso da Torre de Menagem, instalação de corrimão metálico na escada de acesso ao referido piso, execução do piso de entrada da Torre e colocação de uma mesa de apoio, que integrará o quadro eléctrico; reformulação e beneficiação de toda a intalação eléctrica; 2003 / 2005 - Obras em curso com projecto da C.M.S. e financiamento da D.R.E.C.: consolidação e beneficiação das muralhas; trabalhos de valorização da praça de armas.

Observações
*1 - "É o castelo do Sabugal de figura quadrada e a cerca da vila redonda, sem nenhum descortino. Esta parece moderna, aquele antigo e do tempo dos mouros. Tem uma torre de cinco quinas altissima, e no fecho da mais alta abobeda, pela parte de dentro, as quinas de Portugal (...) Tem este castelo sua barbacã e cava, e é forte mas sujeito a muitos pedrastos (...)" (in GOMES, Rita Costa, p, 103).

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A Padeira de Aljubarrota... da LOMBA (Em Lenda...Logo falarei da Batalha)

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Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota, foi uma figura lendária de heroína portuguesa, cujo nome anda associado à vitória dos portugueses, contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota (1385). Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno.

A Padeira de Aljubarrota
Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era feia, grande, com os cabelos crespos e muito, muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino, o que se reflectiu nas profissões que teve ao longo da vida. Nasceu em Faro, de família pobre e humilde e em criança preferia mais vagabundear e andar à pancada que ajudar os pais na taberna de donde estes tiravam o sustento diário. Aos vinte anos ficou órfã, vendeu os poucos bens que herdou e meteu-se ao caminho, andando de lugar em lugar e convivendo com todo o tipo de gente. Aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que depressa alcançou fama de valente. Apesar da sua temível reputação houve um soldado que, encantado com as suas proezas, a procurou e lhe propôs casamento. Ela, que não estava interessada em perder a sua independência, impôs-lhe a condição de lutarem antes do casamento. Como resultado, o soldado ficou ferido de morte e Brites fugiu de barco para Castela com medo da justiça. Mas o destino quis que o barco fosse capturado por piratas mouros e Brites foi vendida como escrava. Com a ajuda de dois outros escravos portugueses conseguiu fugir para Portugal numa embarcação que, apanhada por uma tempestade, veio dar à praia da Ericeira. Procurada ainda pela justiça, Brites cortou os cabelos, disfarçou-se de homem e tornou-se almocreve. Um dia, cansada daquela vida, aceitou o trabalho de padeira em Aljubarrota e casou-se com um honesto lavrador..., provavelmente tão forte quanto ela.

O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que naquele dia derrotou o invasor castelhano. Chegando a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.

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abril 17, 2005

Férias com toda a família na península de Tróia Para LOMBARDOS

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Passeios de barco à procura de golfinhos, praias a perder de vista, restaurantes com peixe fresquinho e esplanadas em cima da areia... Férias em família com actividades para todos os gostos na península de Tróia.

Apanhe o ferry-boat em Setúbal, atravesse o rio Sado e descubra a Península de Tróia, a menos de uma hora da capital. Vai ter um dos mais extensos areais do País por conta da família. Seja Verão ou Inverno o microclima da Península de Tróia - mais temperado - permite-lhe passar dias repletos de actividades.

No areal dourado a perder de vista, com o mar de água límpida de um lado e pinhal do outro, lance papagaios com as crianças. Se o tempo o permitir, aproveite para se dedicar à prática do windsurf ou da vela. Na praia do Carvalhal, almoce peixe grelhado (robalo, sargo ou dourada) na esplanada do restaurante "Aqui Há Peixe".

Para os pais, o campo de golfe, desenhado pelo famoso arquitecto americano Bobby Jones, aguarda partidas tranquilas.

Depois, marque hora com a "Vertigem Azul", vista os coletes salva-vidas a toda a família e embarque num semi-rígido para descobrir os cerca de trinta golfinhos que vivem no estuário do Sado.

Se houver tempo, faça um "safari" à moda do Alentejo no Badoca Park, mais para Sul, perto de Grândola. Veados, búfalos, avestruzes, girafas, antílopes, zebras e outros animais ao ar livre que miúdos e graúdos vão adorar!

Extensos areais, mar aberto e golfinhos a saltar

Não é por acaso que estão na moda. As praias são lindas, estão perto de Lisboa e nos restaurantes come-se bem. São lugares de Verão onde apetece descansar, quilómetros de areais brancos banhados por águas mansas.

Ao longo da estrada, ou sobre as dunas, da praia da Comporta à do Pego vai ser fácil escolher um restaurante agradável para almoçar ou jantar peixe de eleição. E basta andar poucos quilómetros para variar de cenário. Na praia da Galé as dunas interrompem-se para dar lugar, até Melides, a uma falésia com cinco milhões de anos.

Se gosta de jogar voleibol, futebol ou rugby, as redes e as balizas estão na praia de Tróia Mar, perto do ferry-boat que liga a península de Tróia à cidade de Setúbal. Vale a pena atravessar esta estreita porta que abre a foz do Sado para o Oceano. Pode até acontecer que alguns simpáticos golfinhos nadem ao lado do seu barco.

Para dentro, ficam os montados, pinhais e o tapete ondulante dos arrozais da Reserva Natural do Estuário do Sado. É a estância de Inverno para as famílias de aves que aqui vêm fazer os seus ninhos.

Golfinhos e ambiente preservado à sua espera

São 50 mil hectares de áreas protegidas, entre as quais o Parque Natural da Serra da Arrábida e as zonas húmidas do Tejo e do Sado.

Esta costa proporciona-lhe praias de areia branca com quilómetros de extensão ladeadas por dunas e falésias.

Ainda mais para sul, deleite-se com a grandiosidade da Serra da Arrábida, as suas praias e o seu parque natural. Perceba, então, porque se fixaram nela os frades Arrabidinos Franciscanos.

Para os amantes da natureza e da sua preservação, esta região é privilegiada. Dela fazem parte dois importantes estuários, o do rio Sado e o do rio Tejo, com tudo o que as zonas húmidas nos proporcionam de vida selvagem e equilíbrio ecológico. São habitats perfeitos para várias espécies de peixes, aves migratórias e, até, habitats agrícolas de características muito particulares.

Faça um cruzeiro no estuário do Sado e é certo que terá um encontro com o ex-libris deste magnífico estuário, os golfinhos, duma espécie única em Portugal.

Seduza-se com os extensos areais oceânicos e o mar calmo e aproveite para nadar com estes graciosos mamíferos.

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abril 15, 2005

15 razões para uma mulher dizer NÃO a LOMBARDOS

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Se você é do tipo que não entende por que acaba suas noites sozinho, talvez a resposta esteja aqui

1. Dedo e pêlo no nariz

Seu nariz é um perigo. Fica bem no meio da sua cara, apontado diretamente para a garota quando vocês estão falando de pertinho. Por isso, todo cuidado é pouco. Espelho e tesourinha vão ajudá-lo a evitar aqueles tufinhos que teimam em aparecer. Mas o grande risco existe. Você pode ficar nervoso diante da miuda e começar a gaguejar, piscar, suar ou, refém de um acto reflexo, cavucar o nariz com o dedo. No trânsito, com o semáforo fechado, tudo bem, é quase uma instituição nacional. Mas ali, na frente da miuda, tchau, mano! Você perde sua chance com ela e muitas outras, porque isso será a prioridade das próximas conversas dela com as amigas. Se você é viciado na exploração nasal, a dica: band-aid na ponta do dedo. Assim você não vai se trair.

"Uma coisa é o homem ficar distraído, descuidar um instante e enfiar o dedão. Mas, se fizer isso enquanto fala comigo, eu não olho mais na cara." (Carol, 22, modelo)

"Imperdoável! Simplesmente imperdoável!" (Adriana, 26, professora)

"Não tem nada a ver com romantismo. Isso não se pode fazer, nunca." (Rosana, 28, jornalista)

2. Unha suja, mau hálito, caspa e,
surpresa, chicletes

O trio imbatível para demolir qualquer chance de sucesso. Todas as mulheres entrevistadas para esta reportagem colocaram o mau hálito como empecilho intransponível para aceitar um sujeito. Unha suja, então, parece ser o maior sinônimo que existe para desleixo. Caspa não é uma coisa assustadora para todas, mas muitas nem pensam duas vezes para rejeitar o pretendente. Para voltar a ter chances com elas, o kit básico: escova de dente, pasta, sabão, tesourinha e um champô anticaspa de macho.

"Mau hálito não dá! De jeito nenhum!" (Paula, 27, jornalista)

"Não gosto quando o carinha aparece com aquele bafo de chiclete. Fico pensando que ele não escovou os dentes e comprou um chiclete na esquina." (Sônia, 23, webdesigner)

"Se a unha dele está imunda, como vou deixar que pegue em mim?" (Maria Helena, 32, advogada)

"Com caspa no ombro, aí quem não quer pegar sou eu!" (Maria Helena)

3. Músculos demais

Antes que o pessoal que puxa ferro reclame, é bom admitir: tem mulher que fica ligadona em feixes de músculos tão desenvolvidos que parecem estar quase rasgando a pele do fortão. Mas os duplos de Hulk precisam entender que as negativas que recebem de algumas garotas estão diretamente ligadas à centimetragem de seus bíceps. As mulheres listam uma série de más impressões provocadas pelos musculosos. Elas acham que alguém tão dedicado a horas de malhação insana deve ser vaidoso, durão, convencido ou, o pior de tudo, um cara que vai preferir uma sessão extra de extensores peitorais a passar o tempo com a namorada.

"Se eu vejo um corpão desses, não dou chance para o cara chegar perto. Mas os piores são os iniciantes, que você só vai perceber que estão nessa de musculação depois de algum papo." (Ruth, 25, arquiteta)

"Eu detesto homem-pavão. E todos esses Schwarzeneggers são assim." (Corine, 28, advogada)

"Minha amiga já namorou um que a arrastou para as academias. Nenhum homem vale isso." (Mariana, 24, webdesigner)

4. Esconder a careca

Ser careca é um facto da vida. Você pode assumir ou então partir para tratamentos sérios. O que não dá é para recorrer a soluções tão toscas que servem como atestados de careca. Pentear o cabelo de um lado para o outro ou para a frente da cabeça tentando cobrir a área devastada é deprimente, além de só ter chance de funcionar em lugares fechados, sem ventanias repentinas. Peruca, nem pensar, porque a garota pode ficar olhando para ela o tempo todo e nem prestar atenção em você. Se você estiver na fase pós-operatória de um desses implantes capilares, sossegue sua sede de sexo durante um tempo. Mostrar o cabelo recém-implantado, do tipo "carpete novo que não amaciou", não vai marcar ponto nenhum com a mulherada.

"Tudo, menos peruca. Eu fico imaginando que o troço vai sair na minha mão." (Flávia, 27, corretora de imóveis)

"Por que todos os carecas não são como o Bruce Willis?" (Ana, 27, lojista)

5. Barriga de cerveja

Será que ainda é preciso explicar alguma coisa? Até os anos 70, o homem relaxado ainda driblava a concorrência com charme, simpatia e outros atributos não-físicos. Mas aí vieram os anos 80, os yuppies, a febre do fitness e tudo ficou difícil. Com tanta barriga-tanquinho esculpida nos AB Shapers vendidos na TV, não há charme que compense sua fofura abdominal. A regra é clara: malhar de verdade. Vá para a academia, compre um aparelho revolucionário anunciado na TV, faça qualquer coisa, mas entre em ação. Ou não dê bola para as estatísticas e tente encontrar aquelas mulheres que se amarram num barrigão. Não desanime, elas chegam a 0,34% da população feminina.

"Eles não querem a menina da barriguinha perfeita? Nós também." (Susana, 33, livreira)

"Um barrigudo pode até me conquistar, mas pode apostar que ele vai ter um trabalho do cão para conseguir." (Vera Lúcia, 30, assessora de imprensa)

6. Nomes proibidos

Mina, gata, princesa, deusa, cachorra... A lista cresce facilmente. Para você ter uma idéia, tratar a namorada por "franga" é a nova moda entre os surfistas. Usar um desses adjetivos "carinhosos" para falar com uma garota que você mal conhece é o melhor atalho para o fracasso da sua noite. As mulheres relacionam esse tipo de tratamento com o homem cafajeste, aquele que sempre está dando em cima das fêmeas e por isso vive criando novas abordagens – aliás, nunca use "fêmea", pelo amor de Deus. Faça uma lista dessas palavras e crie uma barreira mental. Deixe os apelidos para depois. Você só tem a ganhar se usar o nome dela, sempre dá a impressão de que você a vê como alguém muito especial – mesmo que seja cascata.

"O homem que adora te chamar de princesa nunca tem cara de príncipe." (Maria Eugênia, 27, psicóloga)

"Não sou gata de ninguém." (Samara, 21, estudante)

"Depois que eu descobrir que ele é o cara certo, ele pode me chamar de qualquer coisa, até de vagabunda. Mas ali, no primeiro encontro, tem que pegar leve." (Vilma, 28, gerente de banco)

7. Perfumes e loção pós-barba

Definitivamente, perfume é uma questão de gosto. No jogo da conquista, é pagar pra ver. Se ela gostar, ótimo; caso contrário, babau. E, mesmo se o aroma agradar a parceira, o exagero também pode levar a um babau irreparável. A não ser que você goste de viver perigosamente, use o bom senso para usar a dose certa. O perfume tem que ser uma arma a seu favor, não contra. Ainda no quesito aroma, cuide já da maior ameaça a seu sucesso com as mulheres: loção pós-barba. Praticamente nove entre dez mulheres não suportam o cheiro forte de algumas marcas. Se a mulher for um pouco mais baixa do que você, o nariz dela vai encostar direto no seu queixo, deixando a pobre coitada na linha de fogo. Por isso, escolha uma loção suave.

"Eu odeio aquele cheiro de loção . É de derrubar. Por que eles usam ?" (Kátia, 34, publicitária)

8. Jóias demais

Conferir as dicas de moda das revistas sempre ajuda você a não errar na gravata, saber se deve usar meias ou não, conferir a largura das lapelas e coisas assim. Não há unanimidade sobre o que as mulheres não perdoam nessa área. Bem, na verdade, existe o crime hediondo, sim. Exagerar nos badulaques. Nesta época de piercing até na pálpebra, discrição vale bons pontos. Colar, brincos, relógio e pulseira são itens que podem render bem isoladamente. Tudo junto, nem pensar. Mas vamos dizer que você tenha sangue cigano ou qualquer coisa assim. Como descobrir que sua produção de acessórios está superdosada? Preste atenção quando estiver com ela num local muito iluminado. Se a garota começar a piscar muito ao olhar para você, está na hora de deixar um pouco da ourivesaria em casa.

"Além de um tipo desses ser brega, não quero andar com um ímã de assaltante." (Patrícia, 25, dentista)

"Posso até mudar o guarda-roupa dele depois, mas quem anda cheio de jóias nunca vai ficar low-profile." (Dora, 29, professora)

9. Olhar para outras mulheres

Soldado, sua missão é uma só. Você precisa ter foco, entende? Não desviar a atenção de sua meta o tempo inteiro. Resumindo: esqueça qualquer outra mulher em seu campo de visão. Não conte com sua capacidade de disfarçar. Elas não deixam passar nada, principalmente no primeiro encontro. Dar uma olhadela rápida numa garota que passa nunca será mais do que um polaróide prazeroso, mas pode pôr a perder toda a conversa que você já gastou com a outra. Concentrar-se no seu encontro é proteger a lábia investida na conquista. Uma questão de mais-valia, portanto.

"Quando a gente tem marido ou namorado, é preciso muita paciência para não brigar quando ele olha para outra. Agora, no primeiro encontro, eu não admito de jeito nenhum." (Lúcia, 29, florista)

"Se no começo, quando eu ainda sou novidade pra ele, o safado já olha pra outra, imagine depois." (Ana Flávia, 30, advogada)

10. Conhecer modelos pelo nome

Dar uma opinião sobre a Gisele Bündchen até que passa. Afinal, quem não conhece a moça, certo? Mas falar de outras modelos, identificando pelo nome a Ana Hickman, a Jaíssa ou outras beldades, é tiro certeiro para matar sua aproximação. Nem pense que a garota vai gostar se você demonstrar intimidade com o mundo da moda, isso é o de menos. Quer entender o efeito negativo? Leia dois depoimentos.

"Eu jamais tiraria a roupa na frente de um cara que conhece todas as top models. Ele deve ter coleções de fotos. Meu Deus, como vou concorrer com elas? Eu iria morrer de vergonha." (June, 27, jornalista)

"Ele disse que eu parecia a Fernanda sei-lá-o-quê. Quem? Uma top model, que desfilou agora em Nova York, ele falou. Ah, pra dizer uma coisa dessas deve ser bicha ou tarado por modelo. Eu tô fora dos dois tipos, dá licença." (Nely, 28, médica)

11. Falar da ex

Nunca fale de ex-mulheres ou ex-namoradas. Esta é uma regra básica que todo homem um dia aprende, muitas vezes com o custo de perder uma noite que parecia muito promissora. Assim como você, a mulher pode estar naquele bar em busca de uma bela noitada, mas sempre carrega um fio de expectativa de que ali pode estar o amor da sua vida. E nenhuma delas quer alguém que ainda arraste um bonde pela ex. Sem falar no medo da comparação, que vira paranóia rapidinho. Atenção: se falar da ex-namorada é grave, sem piedade mesmo é exibir uma tatuagem com o nome dela. Tudo bem que você achava que seria para sempre, era ela e ponto final, mas uma tatuagem é um carma implacável. Imagine a cena: sua atual se chama Regina e você exibindo aquela Luiza tatuada no seu braço. Puxa, nenhuma garota suporta.

"Se estou com um homem, quero ser o centro das atenções, sem fantasmas por perto." (Maria Lydia, 26, artista gráfica)

"O pior é aquele que diz que você parece com a fulana. Será que ele acha que a gente vai encarar uma coisa dessas como elogio?" (Mariella, 24, decoradora)

12. Falar do carro

Você já conheceu alguma Maria Gasolina na vida, mas, acredite, as mulheres não são todas assim. Ter um carro impressiona, mas você não deve transformar isso na base de sua campanha pela noite bem-sucedida. Marcas, potência de motor, acessórios e outros opcionais não fazem sentido para a grande maioria das mulheres. Ficar chacoalhando as chaves ou deixá-las em cima da mesa pode fazer a quase namorada classificá-lo como um esnobe de quatro rodas. Deixe seu bólido no estacionamento e fale de outras coisas. Afinal, você não quer uma garota que escolheu você só por causa do seu carro, não? Ou quer?

"Ele chegou a me dizer que adorava roda de liga leve. Não entendi nada." (Juliana, 29, fisioterapeuta)

"Saí uma vez com um cara que ficou acelerando o carro estacionado, só para que eu ouvisse o ronco do motor. Coisa de maluco." (Virginia, 28, professora)

13. Falar de futebol

A menos que você goste de caçar companhia na arquibancada do Pacaembu, futebol é assunto proibido num primeiro encontro. É só parar para pensar. Já é difícil encontrar uma mulher que goste de futebol. Mesmo se tirar a sorte grande de encontrar uma que saiba o que é drible da vaca ou chute de trivela, é pouco provável que ela esteja interessada em falar sobre isso enquanto analisa se vale a pena ou não ir para a cama com você. A ordem é não puxar esse assunto. E, se ela falar alguma coisa, do tipo "Nossa, o Raí é um gato", cuidado! Pode ser uma armadilha para testá-lo.

"Pior do que o homem que fala de futebol é aquele que ainda por cima joga de vez em quando. Já namorei um que vivia contundido, mancava e gemia o tempo todo. Se ele jogava no sábado, a gente só voltava a transar na quarta-feira. Durou pouco." (Sandra, 25, vendedora)

"Comecei a contar para ele minha viagem a Estocolmo, estudei oito meses lá. Ali ele me cortou para perguntar se torço para algum time. Levantei da mesa e fui embora." (Myriam, 31, bióloga)

14. Levar para jantar em uma churrascaria

Tudo bem que encher a pança é uma das melhores coisas do mundo. Mas isso não significa que você pode unir prazeres sem problemas. Nunca, mas nunca mesmo, leve a garota que está na sua mira para um jantar naquela churrascaria dez que você freqüenta. Primeiro: elas não gostam tanto assim daquele ambiente engordurado e bem barulhento. Segundo: assistir a você trucidar um naco de carne com os dentes (e de boca aberta, né?) não deve incentivar nenhum pouco a vontade dela de trocar uns beijos. Uma cantina italiana pode ter o mesmo efeito nocivo, além da grande chance de você derramar molho na sua roupa – ou na dela, o que é muito pior. Se você querimpressionar com um jantar, escolha algo leve e sofisticado, como salada ou nouvelle cuisine. Na dúvida, vá direto ao básico: um bar bacana. Só não devore quatro tigelinhas de tremoço na frente da moça.

"Primeiro eu pensei que ele queria me levar ao show do Chitãozinho e Xororó, o que já seria um horror. Depois é que entendi: ele me levou à churrascaria da dupla. O cara experimentou todas as carnes da casa e ainda palitou ou dentes na minha frente. Sem chance!" (Dulce, 34, médica)

"Eu não vou nem morta. Já fui com um cara que ficou mandando os garçons colocarem todas as carnes no meu prato. Eu me senti um peru sendo engordado na véspera do Natal. Dispensei o carnívoro." (Beatriz, 37 anos, publicitária)

15. Avançar o sinal

Digamos que você passou pela averiguação dos 14 itens anteriores com louvor, sem nada que o desabone. Criou o clima perfeito, está com a garota quase nas mãos. Nesse momento, faça tudo, menos avançar antes que ela dê a bandeirada de largada. A pergunta "vamos a um motel?" pode soar perfeita à 1 da manhã, mas desastrosa 15 minutos antes. Outro perigo neste quesito: a teorização. Tentar verificar aviabilidade de certas práticas sexuais antes de chegar ao estágio da intimidade total pode implodir seu encontro. Perguntas como "topa um anal?" ou "já fez no banco da moto?" vão soar fora de contexto proferidas ainda na mesa do restaurante. E como descobrir o momento certo? Quando você estiver perto da investida definitiva, siga a fórmula: fale o mínimo que puder, acompanhe todos os sinais que ela emitir e aja com firmeza quando vislumbrar a chance. Sim, parece mesmo uma pescaria.

"Eu já estava 99% decidida a sair com ele de novo quando, do meio do nada, o cara começou a falar sobre sexo oral. Fugi dele." (Kathy, 26, historiadora)

"É quando os homens mais erram. É aí que eles mostram como a nossa freqüência é muito diferente." (Veridiana, 24, modelo)

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abril 14, 2005

FACTOS SOBRE A FEBRE HEMORRÁGICA Na LOMBA

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FACTOS SOBRE A FEBRE HEMORRÁGICA
(VÍRUS DE MARBURG)

FACTOS SOBRE O VÍRUS DE MARBURG

O vírus de Marburg foi identificado, pela primeira vez, em 1967. Tal como o vírus mais conhecido da Ébola, ele (o vírus) causa uma doença vulgarmente referida como "febre hemorrágica."

A primeira transmissão para os humanos pensa-se que tenha surgido do macaco verde Africano. Desde 1967, registaram-se apenas três surtos limitados da doença, nomeadamente, no Zimbabwe (1975; 3 casos), Quénia (1980 e 1987; total de 3 casos) e no Congo (1998-2000; 149 casos com 123 mortes.)

No actual surto em Angola, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e as autoridades sanitárias de Angola confirmaram 114 casos, na eclosão da epidemia da febre viral hemorrágica no Norte de Angola. Testes laboratorias confirmaram o vírus de Marburg como a causa. O epicentro do surto, que, de forma retrospectiva, teve início em Outubro de 2004, está localizado na província do Uíge no norte de Angola. Cerca de 75 por cento dos casos tiveram como vítimas crianças abaixo dos cinco (5) anos de idade.

O vírus da Marburg é transmitido/adquirido através de contacto directo com o sangue, fluídos corporais e secreções respiratórias e com órgãos humanos e de primatas não-humanos infectados. A transmissão casual do vírus de pessoa à pessoa não foi ainda relatada. Infecções hospitalares foram registadas e tiveram como causa o uso de siringas e agulhas infectadas.

O vírus tem um período de incubação de entre 3 à 7 dias. Depois deste tempo, o aparecimento da doença é súbito, e inicialmente inclui os seguintes sintomas generalizados: febre alta, mal-estar, mialgia (dores musculares /irritações). Cerca de cinco dias depois do surgimento dos sintomas podem aparecer borbulhas no tronco (peito, dorso, estômago). Náusea, vómitos, dores no peito, irritações de garganta, dores abdominais, e diarreia podem igualmente ocorrer. Os sintomas aumentam severamente e podem progredir para icterícia, inflamação dos pâncreas, rápida perda de peso, delírio, choque, falha do fígado, hemorragia massiva, e disfunção multi-órgão.

A probabilidade de contágio é maior cinco dias depois do início da doença. A transmissão da doença para outra pessoa, no início dos sintómas, é improvável.

Neste momento, não existe vacina, medicação profilactica preventiva ou o tratamento curativo do vírus de Marburg. O tratamento feito é destinado a manter funcional o rim, o equilíbrio do electrólitro e no combate à hemorragia e o choque.

As pessoas em alto risco de contrair a doença são funcionários da saúde e membros familiares de pacientes que prestaram cuidados pessoais ao paciente.
O QUE SE DEVE FAZER DURANTE O PRESENTE SURTO


Perspectiva a manter.

Embora a febre hemorrágica seja uma doença amedrontadora, o surto continua extremamente limitado.


O víru de Marburg NÃO é facilmente alastrado tal como a constipação comum ou a gripe. É necessário contacto próximo. Ele (o vírus) NÃO é também propagado através de mosquitos.


Mais pessoas morrem de malaria num dia em Angola do que morreram de febre hemorrágica nos seis meses desde o registo do primeiro caso de Marburg na província do Uíge.

Conheça os riscos individuais.
Os factores de risco para se contrair a febre hemorrágica actualmente são:
Ter viajado para a província do Uíge nas últimas três semanas.
Ser funcionário da saúde que cuidou de um paciente com a febre hemorrágica.
Viver com e ou ter cuidado um membro familiar com a doença.
Se não tiver qualquer desses factores de risco, as possibilidades para se contrair o vírus de Marburg são pequenas; na realidade, infinitamente menos do que o risco de cair doente com malária.


Práticas rotineiras para a prevenção da doença.
Evitar manter contacto com o sangue ou fluídos corporais de outras pessoas. Seguir o sentido comum normal sobre como manter contacto físico com alguém que se pareça extremamente doente.
Relatar qualquer sintoma que tiver à um doutor ou clínica.
Lembre-se que ainda pode (e provavelmente irá) adoencer com qualquer patologia gastro-intestinal e respiratória comum à vida em Angola (e em todo o mundo.) NÃO entre em pánico caso tenha febre ou diarreia. Consulte a sua enfermeira ou médico. Eles vão avaliar se for necessário testes de diagnóstico e, mais do que provável, serão capazes de-lhe dar a segurança de que, compreensivamente, precise.
Se estiver doente não vá à escola e ao trabalho.
Embora, tal como mencionado acima, de que qualquer doença que se desenvolva no futuro próximo não seja a febre hemorrágica, mantenha-se em casa até recuperar-se completamente do problema que tiver. Pois, não faz sentido que amigos e colegas fiquem preocupados de que você pode "infectá"-los.
Tenha certeza que a Embaixada, o Oficial Médico Regional e o "MED" continuarão a supervisionar de perto a situação. Caso sejam justificadas medidas adicionais para assegurar a sua proteção, essas acções serão tomadas. De momento, a vigilância e o sentido comum é tudo que-se precisa.

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abril 13, 2005

Stonehenge na LOMBA

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Stonehenge

Na planície de Salisbury, Sul da Inglaterra, ergue-se esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto o das pirâmides.
Stonehenge é o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada semelhante a ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado desde há 5000 anos atrás e até hoje não se tem a certeza absoluta de qual era a sua finalidade. Rituais Druidas, cerimónias em homenagem ao Sol, ou um portal para seres de outros planetas são algumas das possibilidades que são sempre lembradas.
Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" (pedras suspensas), enquanto que os escritores medievais referem-se a elas como "Dança de Gigantes".

As “pedras azuis” usadas para construir Stonehenge foram trazidas de até 400 km de distância, das montanhas de Gales, com direito a travessia marítima, quando não faltavam pedreiras nas vizinhanças. Algumas pesam 50 toneladas e tem 5 metros de altura. Se alguém traçar uma linha no chão, passando no meio do círculo formado pelas pedras, vai ver que esta linha aponta para a posição do nascer do sol de verão.
A mais antiga referência ao monumento que é conhecida, é a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua "História dos Hiperbóreos", datada de 350 a.C. : "ergue-se um templo notável, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol..."

O monumento é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a. C., em três fases separadas: 1ª Fase: (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinquenta e seis ao todo, que cercam o monumento.

As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronómico, teriam como objectivo aparente observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano.
2ª Fase: que se iniciou em 2100 a.C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de erva que o rodeiam.

Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.

Originalmente Stonehenge era um círculo externo medindo 86 m de diâmetro. O círculo interno, com as pedras maiores, media 30 m. Havia ainda uma avenida de acesso principal onde ficavam os portais de pedra, marcando o alinhamento do sol e os ciclos da lua. Analisando-se as pedras viu-se que elas foram cortadas para encaixar exactamente uma na outra, o que é incrível, já que na época não existiam ferramentas de construção com esta precisão.

Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale a pena lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada uma pode ter tido objectivos diferentes para construir o monumento.

Alguns relatos históricos contam que os Druidas, uma tribo Celta que habitou a região da Inglaterra durante o império Romano fizeram cerimónias aqui, mas é certo que não foram eles que construíram Stonehenge, pois o monumento já existia quando os Druidas chegaram à Inglaterra, a datação pelo carbono-14 prova este facto. Eles apenas herdaram a tradição, costumes e rituais dos primeiros moradores deste lugar.
Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos tenham sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milénio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem os seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge, Avebury, Silbury Hill e outros.

Durante séculos, Stonehenge foi o cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas reuniam-se no local todos os meses de Junho para assistirem ao festival que aí tinha lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como do festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, pudessem ser danificadas

Diversas pedras de Stonehenge tem desenhos ou inscrições feitas pelas antigas civilizações, embora já estejam bastante apagadas pelo tempo. O fim de Stonehenge aconteceu por volta do ano 1600 a.C. Foi a partir daí que começou a sua destruição. Apesar do tamanho enorme, muitas das pedras desapareceram. As menores foram carregadas por visitantes que queriam levar uma "lembrança". A partir de 1918 o local começou a ser recuperado, e muitas das grande pedras que estavam inclinadas e ameaçando tombar foram reerguidas. Actualmente, o lugar é administrado pelo English Heritage, e como o número de visitantes é de cerca de 700.000 por ano, foram tomadas medidas mais rigorosas para garantir a preservação de Stonehenge.
Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m a norte está o chamado Cursum. Semelhante a uma pista recta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele era também usado em cerimónias religiosas e procissões. No entanto, alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam que o seu objectivo era servir como pista de pouso para naves interplanetárias.

Depois da visita à Stonehenge, ficam muitas dúvidas, algumas suposições, e poucas certezas. Porque se trouxeram pedras tão imensas e pesadas de tão longe, exactamente para aquele lugar? Quem de facto construiu o monumento e porquê? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civilização? Que civilizações eram estas, que já na pré-história tinham conhecimentos tão profundos de astronomia, engenharia, e matemática? Teria sido Stonehenge realmente construído com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo não passa de ficção?

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abril 12, 2005

DOENÇA DE ALZHEIMER... Para LOMBARDOS

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DOENÇA DE ALZHEIMER
Cuidando de pessoas queridas

Quando alguém muito querido está com a doença de Alzheimer.
Alguém que você ama não consegue lembrar-se do nome do neto favorito... Esquece como voltar para casa... Repete sempre a mesma pergunta. Se alguém que você ama está com essa doença de Alzheimer, estas cenas parecer-lhe-ão familiares. Você imagina então o que ainda está por vir. Este folheto pode ajudá-lo a entender um pouco mais a respeito da doença de Alzheimer. Ele também sugere maneiras de lidar com o problema que você está enfrentando.

"Às vezes é difícil cuidar da minha mãe. Mas aprendi a fazer com que isto pareça menos frustrante".

"Quando posso, saio para me distrair. Algumas vezes sinto-me culpado, mas não sei que intervalos de descanso me ajudam a ser um cuidador".

O que é a doença de Alzheimer ?

A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro que afeta a memória, o raciocínio e a comunicação das pessoas . esta doença é a causa mais comum de demência, um tempo geral para dificuldades progressivas da memória e outras funções mentais. A demência era conhecida como "senilidade considerada um sinal normal de envelhecimento. Hoje sabemos que Alzheimer e outras formas de demência não fazem parte de um envelhecimento normal.

Como é feito o diagnóstico ?

Quando existem problemas de demência, após eliminar a possibilidade de outras doenças que causam os mesmos sintomas, incluindo problemas de tiróide, derrame e depressão; pode-se suspeitar da doença de Alzheimer . A avaliação da doença de Alzheimer normalmente inclui testes de memória, exames de sangue e tomografia do cérebro. Deve-se consultar um médico.

Entendendo a doença de Alzheimer

Aprenda tudo o que puder sobre a doença de Alzheimer. Esta é a melhor maneira de ajudar a pessoa doente e a si próprio. A doença de Alzheimer é uma doença que provoca mudanças nas áreas do cérebro que controlam a memória e o raciocínio. É por este motivo que as pessoas portadoras da doença de Alzheimer tem dificuldade para viver um vida normal. As causas de desenvolvimento da doença ainda não são totalmente conhecidas.

Atualmente ela não tem cura. Mas cuidados apropriados podem ajudar uma pessoa com a doença de Alzheimer a viver com conforto por muitos anos.
Como funciona o cérebro

O cérebro controla todo o funcionamento do corpo e da mente. Áreas diferentes do cérebro controlam funções diferentes. Certas áreas controlam as tarefas físicas como o acto de andar. Outras áreas controlam a capacidade de falar.

Outras, ainda, controlam as tarefas mentais como os actos de lembrar, concentrar-se e tomar decisões.

Mudanças no Cérebro

Em certas áreas do cérebro das pessoas portadoras da doença de Alzheimer as células começam a morrer formando estruturas microscópicas chamadas placas senis. Na medida em que as células morrem e são formadas as placas senis, o cérebro não consegue funcionar como deveria. Ás áreas do cérebro afetadas por estas mudanças são as que controlam as funções mentais, como a memória. Outras funções, como os movimentos, não são geralmente afetadas até que a doença esteja bem adiantada.

Algumas áreas do cérebro: afetadas pela doença de Alzheimer estão sombreadas nesta figura. As áreas afetadas são as que controlam a memória, o raciocínio, a linguagem, a atenção e outras funções mentais.

Quem pode Ter a doença de Alzheimer ?

A doença de Alzheimer geralmente afeta as pessoas acima de 65 anos. Quanto mais velha a pessoa maior a probabilidade de desenvolver a doença. Todos os tipos de pessoas estão sujeitas a esta doença. Nenhuma profissão, nível de escolaridade ou raça está imune. Em casos raros, a doença de Alzheimer pode ser uma doença familiar. Em outros, apenas uma pessoa da família é afetada.

Os efeitos da doença de Alzheimer

Os sintomas da doença Alzheimer aparecem lentamente. O período médio é entre o primeiro e o último estágio é cerca de 9 anos. Este período pode, entretanto, variar muito.
No estágio inicial, a pessoa parece confusa e esquecida. Ela pode procurar palavras ou deixar pensamentos inacabados. Esquece freqüentemente os fatos e conversas recentes. Entretanto, pode lembrar claramente o passado distante .
No estágio intermediário, o doente precisa de muita ajuda para executar tarefas rotineiras. Ele pode não reconhecer seus familiares, perder-se em locais familiares e esquecer como executar tarefas simples como vestir-se e tomar banho. Pode tornar-se impaciente, mal-humorado e imprevisível.
No estágio avançado, a pessoa doente perde completamente a memória, a capacidade de julgamento e o raciocínio, e é necessário ajudá-la em todos os aspectos do dia a dia.

Feitos por uma pessoa com doença de Alzheimer num período de 4 anos. Eles mostram como a doença de Alzheimer afeta as funções mentais como a memória e a organização.

Tratando a doença de Alzheimer

Os objetivos do tratamento são aprender a lidar com os sintomas e dar conforto à pessoa doente.
Os medicamentos podem melhorar os sintomas em alguns casos. Alguns tipos de medicamento ajudam a melhorar a memória. Outros tratam os sintomas como a agitação e a depressão. O médico determinará quais os medicamentos mais efetivos.
É essencial traçar um plano de gerenciamento que inclua cuidados e supervisão. O médico poderá orientar na elaboração do plano e ajudar a executá-lo.
Visitas regulares ao médico ajudarão a monitorar as condições do doente, verificando se existem outros problemas ou doenças que podem ser tratadas.
Zelando pela segurança de quem você ama

Muitos dos sintomas da doença de Alzheimer podem causar preocupações. Sintomas como esquecimento e confusão podem causar situações de risco. Tente algumas das dicas a seguir, para manter a segurança do doente e de todos a sua volta.
Organize a casa para torna-la segura.

Observe cada zona e verifique se existe algum perigo para alguém que está esquecido e confuso. Decida o que deve ser mudado. Para uma pessoa com a doença de Alzheimer é difícil ajusta-se às mudanças. Portanto, faça o menor número possível. As dicas a seguir ajudam a lidar com riscos comuns.

Evite desordem

A desordem piora a confusão e pode provocar quedas. Mantenha desimpedidas a área social, corredores e escadarias.

Mantenha fogões e eletrodomésticos em segurança

Fogão e outros eletrodomésticos podem ser esquecidos ligados ou usados de maneira errada. Remova ou cubra os botões ou desligue fogão, aquecedores e fornos de microondas da tomada quando não estiverem sendo usados. Desligue ou também deixe fora do alcance ferros elétricos, torradeiras, liqüidificadores, ferramentas e outros equipamentos elétricos.

Previna outros riscos

Mantenha a temperatura do aquecedor de água abaixo de 38ºC para evitar queimaduras.
Remova trancas do lado de dentro das portas dos banheiros e quartos de dormir.
· Mantenha as áreas da piscina e da banheira fechadas.
Verifique se os alimentos armazenados não estão estragados. As pessoas com Alzheimer não reconhecem quando os alimentos estão deteriorados.
Mantenha bolsas, carteiras, chaves, dinheiro, talão de cheques e outros itens importantes fora do alcance. As pessoas portadoras da doença de Alzheimer podem tirar do lugar ou esconder objetos, e não lembrar o que fizeram.

Impeça o doente de conduzir

Dirigir é perigoso para as pessoas com a doença de Alzheimer. A pessoa doente pode querer continuar a conduzir mas, para a segurança de todos, faça o que puder para evitar que ela conduza.

Peça para alguém com autoridade, como um médico, advogado ou agente de seguro, dizer ao doente que ele não pode conduzir.
Limite o acesso ao carro. Esconda as chaves e tranque o carro. Procure guardar o carro fora da vista do doente.

Controle as perambulações

As pessoas com a doença de Alzheimer se tornam impacientes e confusas. Elas podem circular sem rumo pela casa ou até sair e perder-se.

À noite mantenha luzes acesas nos locais de passagem e banheiros.
Instale trancas difíceis de abrir.
Peça a vizinhos que avisem se virem o doente sair de casa sozinho.
Acompanhe o doente se ele insistir em sair de casa. Evite discutir ou gritar com ele. Ao contrário, tente persuadi-lo gentilmente a voltar para casa.
Contate a Associação de Alzheimer de sua região para informar-se melhor sobre os programas de ajuda a esse tipo de problema.
Esconda as chaves do carro onde não possam ser encontradas.
Coloque etiquetas com nome na roupas do doente.
Compre um bracelete de identificação para o doente usar.

Cuidados diários

Cuidar de uma pessoa com a doença de Alzheimer significa planejar suas actividades e ajudá-la em seus cuidados pessoais diariamente. Ter uma programação diária regular é de grande ajuda. O doente se sentirá mais seguro com uma rotina familiar.
Planejamento das atividades diárias

As pessoas com a doença de Alzheimer frequentemente sente-se aborrecidas e frustadas. Elas podem querer executar atividades, mas não conseguem executá-las por si próprias. Planeje com antecedência para manter o doente ocupado.

Dicas que podem ajudar

Planeje atividades simples. Se a tarefa é muito complexa o doente pode frustar-se. As atividades repetitivas são uma escolha. Mude as atividades de acordo com as mudanças na capacidade de execução do doente.
Faça as tarefas junto com o doente. permita que o doente faça mais que puder por conta própria, mas esteja perto para ajudar. Escolha atividades que envolvam várias tarefas simples, como por exemplo fazer um bolo. Faça as tarefas que são mais difíceis para o doente, como medir os ingredientes, e deixe que ele faça o resto sozinho.
Não desista. Planeje atividades simples em vez de desistir. Ao invés de fazer visitas a um grupo de amigos, visite um de cada vez. Em vez de executar duas ou três tarefas, dedique-se apenas a uma delas.
Permaneça activo. Exercícios regulares ajudam tanto você quanto o doente a liberar a energia que está presa. Os exercícios diminuem a impaciência e ajudam a dormir melhor. Caminhar é uma boa maneira de exercitar juntos.
Ajudar com cuidados pessoais
Com o passar do tempo o doente precisará, cada vez mais, ser ajudado em suas atividades diárias. Mas, em qualquer estágio, permita, que o doente faça por si mesmo o máximo que puder.

Comer e beber

Façam uma refeição juntos pelo menos uma vez por dia. As refeições são ótimos momentos para socializar e permitem que você controle a quantidade e tipo de alimento que o doente come.
Providencie para que cada refeição seja a mais saudável. Pergunte ao médico se são necessários suplementos alimentares.
Faça com que o doente ingira bastante líquido.

Vestir-se

Quando o doente se vestir sozinho não se preocupe se as roupas nem sempre combinam.
Escolher o que vestir pode ser difícil demais para o doente de Alzheimer. Procure deixar as roupas sobre a cama diariamente .
Se for necessário ajudar, entregue uma peça de cada vez, explicando como vesti-la.

Banho e higiene pessoal

A pessoa doente pode ofender-se se você lembrá-la do banho, por isso torná-lo uma atividade esperada sempre a mesma hora do dia, pode ajudar.
Prepare com antecedência a água e outros itens para o banho.
Ir à barbearia ou salão de beleza pode ajudar na lavagem, no corte dos cabelos, e para fazer a barba.

Como tomar os medicamentos

Controle os medicamentos diários. Uma caixa de comprimidos com separações e uma lista dos remédios são bastante úteis.
Não confie na palavra do doente quando ele disser que já tomou o medicamento. Verifique se ele foi tomado nas hora e quantidade certas.
Guarde os medicamentos em lugar seguro para evitar que sejam tomados por engano.

Comunicação e comportamento

A doença de Alzheimer torna difícil para o doente compreender e ser compreendido. Você poderá ficar frustado ou aborrecido com sua maneira de agir. Lembre-se que estes problemas são causados pela doença e não propositais. Aprenda a lidar com estas situações e a evitar que elas piorem.

Estratégias para melhorar a comunicação

As pessoas com doença de Alzheimer têm dificuldades para entender o significado do que é dito. Entretanto, elas são muito sensíveis a como as palavras são ditas. Um tom agitado pode perturbá-las, ao contrário, um tom calmo pode dar-lhes segurança. Mantenha um tom positivo na voz sempre que puder. As dicas a seguir lhe ajudarão a comunicar-se melhor.

Evite discutir a realidade

O doente confunde a realidade e não é capaz de separar o presente do passado. Ele pode até mesmo esquecer que é você. Isto pode ser frustrante, mas não insista na sua versão da realidade isto só pode causar mais confusão e tensão. Decida se o assunto é importante. Se você puder, "faça o jogo do doente". Isto poderá evitar muita frustração para ambos.

Em vez de dizer; "Você não pode ligar para seu pai. Ele morreu há muitos anos".
Diga; "Acho que ele não está em casa, vamos ligar mais tarde".
Tranqüilize o doente

A pessoa com doença de Alzheimer pode repetir várias vezes a mesma pergunta. Isto pode aborrecê-lo, mas tente entender o porquê da pergunta. Por exemplo, a pessoa pode estar preocupada em faltar a um compromisso ou ser deixada para trás.
Em vez de dizer; "já disse que seu compromisso é ás 2 horas".

Diga; "Não se preocupe, eu também vou. E não irei sem Você".

Procure distrair o doente

A pessoa com doença de Alzheimer algumas vezes tenta fazer coisas que são perigosas, como por exemplo sair de casa sozinha. Discutir piora a situação. Em vez disso, tente distraí-la, e ela logo esquecerá o que queria fazer.

Em vez de dizer; "aonde você pensa que vai ? Você não pode sair sozinha!".
Diga; "Antes de sair poderia mexer isto para mim por alguns minutos".

Tente afirmar e não perguntar

O doente pode não querer fazer certas coisas, como por exemplo tomar banho. Formular pedidos como se fossem afirmações em vez de perguntas ajuda a evitar discussões.

Em vez de dizer; "Você quer tomar banho agora?".
Diga; "Seu banho está preparado. Aqui está a toalha".

Lidando com mudanças de personalidades

De vez em quando a personalidade do doente parece mudar. As mudanças mais comuns associadas a doença de Alzheimer são a depressão, regressão, apatia, irritabilidade, desconfiança e impaciência. Também podem ocorrer alucinações (ver coisas que não existem) e ilusões (crenças irracionais). Se tais problemas forem imprevistos, graves ou provocarem situações de perigo, consulte o médico para orientação. Em geral, não tome como pessoais as coisas que o doente diz ou faz. Lembre-se: para uma pessoa com a doença de Alzheimer o mundo pode ser um lugar muito tenso. Tente encarar as coisas sob este ponto de vista.

Planejando o futuro

Visto que as necessidades da pessoa doente mudarão com o passar do tempo, tente planejar com antecedência. Organize a maneira de viver, procure apoio jurídico e cuide atentamente das finanças.

Centros de atendimento a idoso. (residências para a 3ª idade) podem cuidar do doente caso você precise sair durante o dia. E, além disso, dão a ele a oportunidade de estar com outras pessoas.

Escolha o tipo mais apropriado de assistência

Assistência é o item mais importante para a pessoa de Alzheimer. Escolher a assistência certa para cada situação significa decidir em primeiro lugar o grau de cuidados que a pessoa precisa. Dependendo do estágio da doença e do comportamento da pessoa doente, a assistência pode variar de visitas diárias a cuidados ininterruptos. Primeiro determine o grau necessário de assistência, e então decida qual a melhor maneira de obtê-la.

Você pode escolher entre:

-Contratar uma enfermeira
-Hospitais - dia
-Alguém que more com você para ajudar (geralmente um membro da família).
-Moradia assistida ( idoso vivendo com acompanhante)
-Casas de repouso

Seja qual for a opção escolhida, verifique periodicamente se ela continua sendo a melhor escolha. Saiba qual será a próxima escolha se a situação atual se tornar insatisfatória.

Leve em conta as questões legais e financeiras

Chegará a hora em que a pessoa com doença de Alzheimer não estarás mais apta para tomar decisões. É bom preparar-se para isto. Converse com ela a respeito destas questões o mais cedo possível, enquanto ela ainda pode entender seus objetivos e concordar em fazer mudanças. Se puder contate um advogado especializado, ele poderá ajudá-lo no planejamento legal e financeiro.

Algumas questões a considerar

Procuração universal e depositário em vida: estes instrumentos transferem o poder financeiro e legal da pessoa doente para alguém que possa tomar decisões em seu nome.
Despesas médicas: seguros de saúde e planos privados tem limite de cobertura. Examine cuidadosamente a cobertura do seu seguro. Também verifique que tipo de ajuda o estado oferece. Planejamento com antecedência.
Antecipe futuras questões médicas: Isto fará você saber qual tipo de tratamento o doente quer receber ou não no final da vida.

Assuma as finanças da pessoa doente para garantir que as contas sejam pagas e mantidas em ordem.

Providencie que a correspondência da pessoa doente seja entregue no seu endereço para evitar que as contas e documentos importantes sejam extraviados.

Cuide-se

Cuidar da pessoa com doença de Alzheimer tomará muito de seu tempo. Mas atenda também suas próprias necessidades. Forme uma rede de apoio, que pode incluir os amigos, a família e grupos organizados. Procure perceber a hora de procurar outras opções de assistência.

Arranje tempo para você

Passe algumas horas afastado do doente. Você poderá sentir-se culpado por afastar-se, mas cuidar de suas coisas o ajudará a manter-se disposto e melhor preparado para enfrentar os desafios de cuidar de um doente. Procure fazer o seguinte:

-Planeje actividades com amigos ou com a família.
-Pratique seu passatempo predileto.
-Faça exercícios para aliviar a tensão e continuar disposto.
-Relaxe. Leia um bom livro ou cochile.

Descubra uma maneira de fazer intervalos durante o tempo em que cuida do doente. A família, os amigos ou uma ajuda contratada (enfermeira) podem ajudar. Ligue para a Associação de Alzheimer de sua região para obter sugestões.

Aceite suas emoções

Às vezes você pode sentir-se com raiva, frustrado, com medo ou ressentido. Não se sinta culpado, estas emoções são normais. Divida seus sentimentos com alguém. Caso sentir-se deprimido, consulte o médico. Observe também se alguém mais da família, por exemplo as crianças, precisam de ajuda para lidar com as emoções. Finalmente, a pessoa doente algumas vezes fará coisas engraçadas, não tenha medo de rir. E encoraje-a a rir também.

Procure ajuda e apoio

Peça para os outros o ajudarem a cuidar do doente. Mesmo que não possam ajudar, os amigos e a família podem oferecer conforto e apoio à doença de Alzheimer também podem ser uma alternativa para ajuda. Nestes grupos pessoas que cuidam de portadores da doença de Alzheimer compartilham histórias e dicas.

Perceba quando é necessário mudar

Chegará o momento em que você não poderá mais cuidar do doente com segurança, ou em que você perceberá que não consegue mais arcar com esta responsabilidade. Quando isto acontecer, não significa que você falhou. Uma mudança na situação poderá ser melhor para todos. Sua próxima opção poderá ser uma casa de repouso. Estas instituições geralmente estão equipadas para cuidar das pessoas com doença de Alzheimer, e podem garantir segurança e cuidados especiais para a pessoa doente.
Conhecendo melhor a doença de Alzheimer

Você ainda pode aprender um pouco mais sobre a doença de Alzheimer. Os profissionais de saúde podem ajudar. Tente também os grupos de apoio e associações da sua região.

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abril 11, 2005

História da MG para LOMBARDOS

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A história da MG (Morris Garage)

Cecil Kimber nasceu em Dulwich, um subúrbio de Londres, em 12 de abril de 1888. Seu pai e seu irmão trabalhavam no ramo de tipografias, mas este não parecia ser seu interesse. Em 1915, aos 26 anos, conseguiu seu primeiro emprego em uma indústria automobilística, a Sheffield-Simplex.

Passou por muitas outras até que, em 1921, aceitou o cargo que mudaria sua vida: o de gerente de vendas de uma loja de automóveis localizada em Oxford, chamada Morris Garage.

O dono desta loja, Walter Richard Morris, era também o fundador da Morris Motors. Ao contrário do que se imagina, a Morris Garage não comercializava apenas os veículos da marca Morris, mas também de marcas como Wolseley, Standard e Humber.

No começo dos anos 20, muitos ingleses adotavam carrocerias mais leves em veículos normais para conseguir melhor desempenho. Em 1922, Cecil Kimber, atento a essa demanda, resolvia modificar alguns veículos Morris Oxford e Cowley (conhecidos como bull-nose, ou "nariz de búfalo") com carrocerias mais esportivas e melhoramentos mecânicos, a um preço muito acessível. Abreviando o nome da empresa, passaram a denominar estes veículos de MG.

O sucesso nas pistas foi um dos grandes responsáveis pela notoriedade que os MGs alcançaram nos anos 20. A primeira vitória de um veículo desta marca ocorreu em 1927, em Buenos Aires, com Alberto Cires, mas muitas outras se seguiram.

Em 1928, no Salão de Londres, a MG exibia duas novas séries, o MG Sports Six e o pequeno conversível Midget (tipo M). Surgia então um desenho que duraria até 1955, com o modelo TF. Seriam muito populares entre os jovens da época. Dizia-se que nenhum estacionamento da RAF (Royal Air Force, a força aérea britânica) estava completo sem que lá estivesse ao menos um MG.

A MG Car Company Ltd. surgiu oficialmente em 21 de julho de 1930. Antes disso os veículos MG eram tratados pela imprensa e o público como modelos modificados dos Morris, o que causava irritação em Kimber. Sua obsessão em dar personalidade própria aos MGs chegou ao máximo em 1928, quando, além do octógono no radiador, todos os instrumentos do painel usavam esta forma, assim como a fechadura do porta-malas, o centro do volante, o pedal do acelerador e até a alavanca do câmbio e os parafusos do cabeçote. Por pouco se salvou o aro do volante.

Em meados de 1935, Lord Nuffield, como Walter R. Morris era agora chamado, por razões tributárias passou o controle de todas as suas empresas para a Morris Motors Company -- inclusive a MG Car Company Ltd., que passou então a ter uma visão muito mais comercial de sua produção.

Como conseqüência direta desta mudança, surgia a talvez mais famosa linhagem dos MGs: a série T, iniciada em 1936 com o TA, impulsionado por uma versão com dois carburadores SU do motor de quatro cilindros, 1.292 cm3 e comando de válvulas no cabeçote do Morris Ten. A potência era de 52 cv (líquidos) a 5.000 rpm. Ao contrário de seu antecessor, o PB, possuía preço muito atraente, de 222 libras ou 1.110 dólares.

A carroceria era esporte, estilo roadster, com dois lugares e capô comprido. O pára-brisa se abaixava e o tanque de combustível ficava na vertical, logo atrás do motorista e passageiro. Trazia o estepe na traseira e um detalhe que marcaria todos os modelos da série T: a porta recortada e abrindo pela frente (ao contrário do hoje usual), chamada de "porta suicida".

Provando as grandes qualidades do TA, a equipe The Cream Crackers (uma das três que utilizavam veículos MG nos anos 30; as outras eram The Musketeers e Blue Bustards) venceu em 1937 a MMC Team Trophy com automóveis TA praticamente sem alterações, provando as grandes qualidades destes veículos.

Em 1939 era lançado o TB, com um motor de 1.250 cm3, potência de 54 cv a 5.200 rpm e melhor desempenho. Mas sua produção foi interrompida pela Segunda Guerra Mundial, após apenas 379 produzidos. Em 1941, discordando da política de produção da empresa, Cecil Kimber demitiu-se e em um acidente de trem, em 4 de fevereiro de 1945, morreu sem ver o sucesso que a marca que criou alcançaria no pós-guerra.

O tenente-coronel John Timberly seguiria, a partir de 1945, o programa de Kimber na direção da MG. O primeiro modelo do pós-guerra, sucessor do TB, foi o TC, lançado em outubro daquele ano. Era idêntico a seu antecessor, exceto por ter as três marchas superiores sincronizadas, freios hidráulicos e habitáculo 10 cm mais largo. Segundo dados da época, era capaz de atingir 125 km/h com seu motor idêntico ao do TB, que desenvolvia 54 cv (líquidos).

O TC teve uma produção de mais de 10.000 unidades. As barras verticais da grade tinham sempre a mesma cor do interior. Com seu longo capô, rodas raiadas de 19 pol e painel em nogueira, fez grande sucesso na Austrália, África do Sul e, mais tarde, nos Estados Unidos -- embora fosse vendido com o volante à direita, tal e qual na Inglaterra. Pode-se dizer que o TC reintroduziu na América os carros esporte.

Jovens americanos servindo na Europa durante a guerra ficaram encantados com os MGs, com sua agilidade e facilidade de condução. Ele era a antítese dos Fords e Chevrolets a que estavam acostumados. Ao voltar da Europa, no final da guerra, todos queriam levar consigo seus MGs. Muitos desses jovens, assim como os ingleses, usavam seus automóveis como passaporte para as competições. Pilotos com Phil Hill e John Fitch tiveram MGs TC. De um braço americano do MG Car Club nasceu o Sports Car Club of America.

Mantendo o mesmo estilo de carroceria, mas com construção completamente nova, era lançado em 1950 o TD. O chassi era uma versão muito modificada daquele usado no MG Y, tendo então, pela primeira vez na série T, suspensão dianteira independente. Usava rodas de aço de 15 pol (em vez das raiadas de 19 pol com fixação central por porca-borboleta e cubo estriado Rudge), que na verdade não pareciam se adaptar corretamente à carroceria concebida, em essência, nos anos 30.

O motor era o mesmo usado no TC, mas em função do chassi mais moderno, suspensão dianteira independente e sistema de direção com pinhão e cremalheira, o MG TD era um veículo muito mais dócil e fácil de guiar que seu antecessor. Uma versão mais potente foi produzida, a TD Mark II ou TDC (de Competition, competição), que possuía taxa de compressão mais elevada (9.3:1 em lugar de 7.25:1), carburadores maiores, 57 cv a 5.500 rpm e suspensão mais firme.

O TD foi produzido também com volante do lado esquerdo, o que impulsionou suas vendas nos demais mercados, principalmente na América. Cerca de 30.000 unidades foram produzidas.

A MG estava pronta para introduzir um novo e revolucionário veículo, com carroceria mais atual, mais próxima dos veículos comercializados à época. Mas uma nova mudança no controle, agora passando à BMC (British Motors Corporation), acabou por retardar este lançamento, que viria a ser o MGA.

Foi então lançado o MG TF, em 1953, que trazia a maior mudança de desenho de toda a série: frente mais atual, em que os faróis destacados passavam a incorporados à carroceria. O motor era o mesmo usado no TDC, mas havia uma versão de 1.466 cm3 de cilindrada, 63 cv a 5.000 rpm e velocidade máxima de 136 km/h.

O MG TF não foi tão bem sucedido como seus antecessores. Nem o aumento da cilindrada, nem seu excelente rodar foram suficientes para superar a pobre aerodinâmica e a concorrência de veículos mais rápidos e modernos, que eram cerca de 40 km/h mais velozes. Deixava de ser produzido em 1955, com um total próximo a 9.600 unidades fabricadas.

Inúmeras réplicas da série T foram e continuam sendo produzidas pelo mundo -- inclusive no Brasil, que fabricava o MP Lafer e o Avallone. Esses esportivos ingleses deixaram mesmo saudades. Uma legião de entusiastas até hoje admira as belas formas de suas carrocerias, com a típica porta recortada e o octógono no radiador.

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Apneia do Sono para LOMBARDOS

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APNEIA DO SONO

O que é?
Sintomas e diagnóstico
Tratamento
Curiosidades


O que é?

Apneia do sono é a condição definida por paradas repetidas e temporárias da respiração durante o sono. Este distúrbio freqüentemente é associado aos roncos.

O ronco é simplesmente a tradução sonora indicando que há uma diminuição ou estreitamento da via aérea durante a passagem do ar. Se o referido estreitamento torna-se severo, objetiva-se o fechamento ou colapso da via aérea, resultanto na apneia.

A apneia é arbitrariamente definida como parada da respiração ou interrupção do fluxo aéreo por no mínimo durante 10 segundos. A Hipopnéia é definida como significante diminuição de oxigenação (dessaturação da oxihemoglobina) e/ou despertares transitórios.

As apneias e hipopneias são classificadas em três categorias (tipos): central, obstrutiva e mista, sendo as duas últimas as mais freqüentes e comuns. Apnéia central ocorre como resultado de uma disfunção do sistema nervoso central (SNC) em gerar o devido estímulo para os músculos da caixa torácica, não se iniciando o esforço respiratório.

A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) ocorre quando o esforço respiratório é iniciado mas o ar não chega a atingir os pulmões em decorrência da obstrução da via aérea. A passagem do ar pela via aérea se estende desde a nasofaringe (palato duro) até a laringe.

Apneia mista ocorre quando inicialmente não existe esforço inspiratório mas, subseqüentemente, quando o esforço é iniciado a apnéia persiste em decorrência do colapso da via aérea.

Indivíduos são considerados portadores de apneia do sono quando o Índice de Apneia + Hipopneia é superior a 5-10 eventos por hora. Usualmente utiliza-se a sigla IAH para referir-se ao Índice de Apnéia + Hipopnéia. O termo Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é empregado para definir pacientes portadores de apneia obstrutiva do sono que apresentam excessiva sonolência diurna e/ou alguns dos diversos sintomas próprios desta patologia. O uso de drogas pode tornar os episódios de apnéias mais freqüentes e de maior duração. Apresentam dois efeitos: o aumento do grau de relaxamento dos músculos da via respiratória superior tornando o seu fechamento ou oclusão mais fácil e o fato de interferirem na capacidade de despertar do cérebro, tornando a apneia mais demorada e a conseqüente diminuição dos níveis de oxigênio e aumento dos níveis de dióxido de carbono.

Algumas dessas drogas são:

Álcool (bebidas alcoólicas);
Drogas sedativas (benzodiazepínicos e similares);
Anestésicos;
Narcóticos (codeína e morfina).

Sintomas e diagnóstico

As principais características clínicas da apneia do sono são:
Sonolência diurna excessiva- hipersonolência
Roncos noturnos - podendo ultrapassar a mais de 60 decibéis
Obesidade
Apneias
Enurese
Refluxo gastroesofágico
Fadiga diurna excessiva
Sono não reparador - sensação de cansaço ao despertar
Despertares freqüentes durante a noite
Perda progressiva da memória e dificuldade de concentração
Cardiopatias associadas: arritmias (extrassístoles, taquicardia ventricular, pausa sinusal e bloqueio A-V), hipertensão arterial do tipo dipper e principalmente non-dipper, angina, infarto do miocárdio, cor pulmonale e insuficiência cardíaca.
Sudorese noturna
Diminuição da libido
Cefaléia matutina
Micrognatia ou retrognatia
Depressão
Irritabilidade
Modificação da personalidade e da voz
A sonolência diurna excessiva é às vezes difícil de se identificar, pois, especialmente se for discreta, o paciente pode não dar a devida importância ou mesmo minimizá-la. Ao contrário, pode ser supervalorizada por alguns indivíduos. Resulta, portanto, importante precisar em que situações aparece a hipersônia. No laboratório do sono, a hipersônia pode ser quantificada mediante o teste de latência múltipla do sono (MSLT). A partir de uma aproximação subjetiva pode-se distinguir os seguintes padrões de sonolência:

Pacientes com hipersônia extrema e incapacitante: dormem continuamente, a não ser que estejam estimulados contínua e ativamente. O estado de sonolência aparece no trabalho, nas refeições, dirigindo um automóvel e até durante uma conversa. Este tipo de paciente apresenta um risco para si mesmo, no ambiente de trabalho e principalmente no trânsito devido ao grande risco de acidentes. Um número significativo de acidentes de tráfego nas estradas está associado a uma importante prevalência de SAOS entre caminhoneiros e motoristas de ônibus. O quadro de Goya referido ao lado ilustra de certa forma a extrema hipersônia.
Pacientes com hipersônia evidente: dormem habitualmente durante a leitura, vendo televisão, trabalhando e dirigindo. Podem manter-se em alerta enquanto realizam uma atividade física.
Pacientes com hipersônia leve: geralmente são o tipo mais difícil de se identificar, a começar pela negação do próprio enfermo. Dormem geralmente durante a leitura e vendo televisão.
O aparecimento da hipersônia em qualquer grau está diretamente relacionado com a desorganização do sono em conseqüência das apnéias. Ao se finalizar a apnéia produz-se um despertar transitório que permitirá a abertura da via aérea superior, e com ela, a recuperação da saturação da oxihemoglobina que havia diminuído como conseqüência de interrupção da respiração. Os repetidos episódios de despertares ocasionam uma fragmentação do sono além de impedir que o sono progrida para as fases profundas (fases 3 e 4) e fase REM, convertendo-se em um sono não reparador. Provavelmente existem outros fatores que influem sobre a hipersônia, como a própria hipoxemia.

O ronco consiste na emissão de um ruído que pode ultrapassar a 70 decibéis e é produzido pela vibração da úvula e do palato mole. Fatores anatômicos podem influenciar, tais como: obstrução nasal por hipertrofia de cornetos e desvio de septo, hipertrofia de amígdalas e adenóides. A ingestão de bebidas alcoólicas ocasionam relaxamento da musculatura aumentando o nível do ruído. Igualmente a postura durante o sono (decúbito dorsal) incrementa o nível do ronco.

O ronco é, com freqüência, o motivo da consulta médica, em parte como conseqüência da divulgação pelos meios de comunicação. Em algumas ocasiões o ronco pode ser pouco valorizado pelo paciente, pelo fato do mesmo ocorrer há vários anos. Em razão disto, é fundamental entrevistar o(a) companheiro(a) ou familiares, que com freqüência descreverá que o ronco se interrompe periodicamente, seguindo de uma parada da respiração (apnéia) que acaba com um ronco forte seguido de outros (fase de hiperventilação pós-apnéia), voltando novamente ao silêncio.

A enurese é mais freqüente nas crianças com SAOS, podendo também aparecer em 5% dos adultos. Acredita-se que pode interferir em sua fisiopatologia o aumento da pressão intra-abdominal, incremento de excreção de água e sal durante a noite em relação com o aumento do fator natriurético. O refluxo gastroesofágico decorre da modificação da pressão abdominal e torácica secundária à obstrução da via aérea, que modifica funcionalmente o esfíncter esofagiano inferior (cárdia).

A cefaléia geralmente é frontal e matutina. Sua etiologia tem sido atribuída a um efeito vasodilatador da hipercapnia que pode ocorrer durante o sono. Igualmente a hipertensão arterial que afeta estes pacientes pode também contribuir.

Aproximadamente ¼ destes pacientes referem impotência sexual ou diminuição da libido. Habitualmente trata-se de uma impotência funcional. Tem-se demonstrado sua relação com uma diminuição dos níveis de testosterona por inibição do sistema hipotálamo-hipofisário .

Os transtornos psiquiátricos se expressam por diminuição da capacidade de concentração, deterioro da memória, ansiedade, síndrome depressiva, transtornos da personalidade em forma de maior irritabilidade, inapetência e desinteresse. As crianças com SAOS apresentam um baixo rendimento escolar. Estas alterações estão relacionadas com a fragmentação do sono e a hipoxemia.

A qualidade da voz pode modificar-se e aparecer transtornos em sua ressonância, articulação e/ou fonação em decorrência de tecido hipertrófico no palato mole. As crianças apresentam uma voz anasalada em conseqüência de hipertrofia da adenóide e das amígdalas.

Tratamento

MEDIDAS GERAIS

As recomendações tidas como medidas gerais incluem a instituição de dieta hipocalórica nos casos de obesidade, abandono de ingestão de bebidas alcoólicas, de sedativos, em especial antes de dormir, manter uma boa higiene do sono, assim como tratar as doenças de base que se associam com SAOS (hipotireoidismo, acromegalia). A terapêutica medicamentosa tem um modesto papel na abordagem da apnéia obstrutiva. A utilização dos anti-depressivos tricíclicos podem ter um efeito inibidor do sono REM, dificultando a identificação de apnéias que ocorram predominantemente nesta fase.

Na presença de anomalias anatômicas específicas tais como hipertrofia de amígdalas e adenóides, micrognatia e outras, estará indicada a cirurgia dirigida a corrigir estes defeitos.

O tratamento atual se divide em 3 modalidades, tendo como base a frequência das apnéias (IAH), a presença ou não das anomalias anatômicas referidas, a fragmentação do sono, obesidade e idade entre outras.

- Prótese ventilatória - CPAP ou BI-PAP: o mais indicado numa grande parte dos pacientes é a que consiste na aplicação de uma pressão positiva contínua (mediante um compressor de ar e máscara nasal) que mantém permeável a via aérea superior, impedindo seu colapso principalmente na fase inspiratória.

- Prótese dentária: geralmente utilizada em indivíduos portadores de SAOS leve a moderado. Existem vários modelos atualmente em uso, visando basicamente o avanço da mandíbula, retenção da língua durante o sono impedindo a oclusão da via aérea e sustentação do palato mole.

- Intervenção cirúrgica: a traqueostomia já foi muito indicada como primeiro tratamento, tendo sido abandonada por suas complicações, efeitos colaterais e surgimento de outras técnicas cirúrgicas. A uvopalatofaringoplastia é geralmente utilizada em pacientes com obstrução a nível da orofaringe, podendo ser realizada por cirurgia convencional, a raio laser ou, mais recentemente, por ondas de radiofreqüência, uma forma de energia térmica de baixa voltagem. Outras modalidades de cirurgia são também indicadas em menor freqüência, tais como: cirurgia maxilofacial com miotomia e suspensão do hióide na obstrução a nível da base da língua e osteotomia mandibular com avanço do genioglosso na obstrução a nível retroglossal; glossectomia na vigência de macroglossia; osteotomia mandibular e maxilar associada a tratamento ortodôntico entre outras.

Em alguns casos o tratamento deverá ser modificado na dificuldade de adaptação ou aceitação pelo paciente. Distintas modalidades terapêuticas poderão ser conjugadas ou associadas para a obtenção de melhores resultados.

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abril 10, 2005

Fantasmas e Espiritos na LOMBA

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Os lugares assombrados existem desde o início da historia, já se encontrado referidos nas mitologias babilónicas, grega e romana, as quais atribuíam estas assombrações a seres fantásticos ou génios a que chamavam trasgos, gnomos, dimmus, lâmias, duendes, etc., conforme a civilização em que estes fenómenos se produziam.
Ao entrar na nossa era e com a implantação do cristianismo modificaram-se os padrões ideológicos e atribuíram-se estes fenómenos a almas e a espíritos que expiavam as suas penas.
A crença nestes espíritos chegou a ser tão generalizada que, inclusive acabaram por considerar que eram espíritos «ruidosos» ou «brincalhões» os responsáveis pelas assombrações dos lugares.

DEFINIÇÕES

Poltergeist:
A sua terminologia deriva do vocábulo Alemão que significa «duende brincalhão», este nome foi atribuído a todos os fenómenos que se produzam em recintos concretos: deslocação de objectos, barulhos, luzes que se apagam e acendem sozinhas, espelhos e cristais que se partem, aparelhos eléctricos que se ligam e desligam, etc..

Fantasmas espíritas:
Este fenómeno de aparição é baseada na tese espírita da sobrevivência do espírito depois da morte física. No caso de mortes traumáticas, o perispírito - elemento de união entre o espírito e o corpo - aparece perante as pessoas queridas para anunciar a sua morte ou despedir-se delas.

Fantasmas ectoplasmáticos:
Sob este nome conhece-se a libertação de energia biótica somatizada do corpo físico de um paragnosta, expulsa pelos orifícios orgânicos: nariz, boca e inclusive umbigo .

Fantasmas energéticos:
A terceira via de aparições fantasmagóricas é o produto de uma infestação psi que tem como resultado a captação, por percepção sensorial, de um ente energético, objectivado em formas plásticas no espaço exterior e que, por algum motivo, continua presente num determinado lugar da casa.

Fantasmas telepáticos:
A quarta via de manifestações das aparições dá-se através da percepção sensorial directa ou então de forma extra-sensorial. (por exemplo: uma mãe sente a presença do seu filho, cuja imagem aparece diante dela efectuando um determinado acto quotidiano, quando, na realidade, o filho está fisicamente muito longe dali. Invade-a uma grande tristeza e não sabe porque. Entretanto, o filho sofre um grave acidente ou morre longe da sua casa.
A sua presença manifestou-se para se despedir dos seus entes mais queridos.) Nestes casos trata-se de uma aparição critica.

O FANTASMA EM BUSCA DA VERDADE

Por três vezes, Jason Graeme teve uma visão horrenda: O fantasma de uma mulher coberta de sangue, apresentando cinco ferimentos profundos na cabeça. Jason Graeme era um moleiro do condado de Durham, Inglaterra, em 1681, época em que recebia a visita do fantasma pedindo vingança. A mulher dizia chamar-se Anne Walker, e contou-lhe que fora assassinada por Mark Sharp, contratado por um parente do rapaz que a engravidara, para matá-la.
Na primeira aparição, o fantasma pediu-lhe que fosse às autoridades e lhes revelasse a identidade do assassino. Supondo que aquilo fosse fruto da sua imaginação, ou um sonho, ele decidiu não pensar mais naquilo, recusando, assim, o pedido feito por ela.
Por duas vezes mais, Anne Walker apareceu a Graeme, pedindo-lhe que fosse ao magistrado local e contasse sobre a sua morte. Desta vez, disse-lhe onde estava o seu cadáver enterrado. Agora, convencido que aquilo era um fenómeno real, Graeme atendeu ao pedido dela.
Foi realizada, então, uma busca no local indicado pelo espírito da falecida (um poço), e foi encontrado um corpo contendo os mesmos ferimentos que Graeme via nas aparições do fantasma.
Como resultado da descoberta, Mark Sharp e o parente que ordenara o crime, foram presos, julgados e enforcados. Mesmo sabendo de tantos detalhes, Jason Graeme não foi apontado como autor ou participante do crime, porque segundo as investigações, nunca tivera contacto com os envolvidos no caso, não podendo saber, por exemplo, que Anne Walker estava grávida.

O FANTASMA DE LADY JANE

Entre as diversas aparições na torre de Londres encontra-se uma clássica que se tem manifestado desde o século XVI. Trata-se da aparição do fantasma de Lady Jane Grey, uma lutadora e transgressora que tentou provocar um aborto real para poder usurpar o trono e tornar-se a rainha de Inglaterra, o que não conseguiu e lhe custou a vida. Lady Jane foi encarcerada e torturada na torre Martin, a 12 de Fevereiro de 1554, foi decapitada na esplanada que se encontra diante da torre.
Este facto deve ter produzido uma infestação trágica do lugar e desde então, produz-se esporadicamente a aparição do fantasma de Lady Grey, que tem sido visto por pessoas de índole e proveniência cultural diversas e figura na lista de fantasmas tradicionais.
Uma das aparições constatadas produziu-se em 1957, por ocasião do 403º. aniversário da sua execução. No interior da torre materializou-se uma massa branca, que gradualmente deu forma à imagem ideoplasmàtica da fantasmogéneses de Lady Jane e permaneceu neste estado durante alguns minutos. Esta aparição foi vista separadamente por dois membros da guarda da torre, Terence Moore e Patrick Taylo.

A BELA DE PRATA

«juramos que fomos testemunhas da materialização de um fantasma, que apareceu diante de nós e nos acompanhou durante 20 minutos; depois o seu corpo desvaneceu-se diante dos nossos olhos!»
Esta afirmação foi feita às autoridades do lugar por um grupo de 80 pessoas que em 1953 assistiu ao congresso de verão Camp Silver Belle, na localidade de Ephrata, na Pensilvânia. Efectuou-se ali uma convenção espírita na qual participaram conhecidos médiuns de faculdades para físicas, capazes de produzir manifestações ectoplasmáticos, que quiserem dar testemunho deste facto fantástico.
Numa das sessões experimentais mostraram-se as capacidades da médium Ethel Post-Parrish, perante um grupo numeroso de pessoas. A sensitiva estava isolada dentro de uma cabina, e depois de evocar o seu espírito guia, entrou em transe auto mediúnico. Decorrido alguns minutos, conseguiu produzir, numa sessão de mais meia hora e a partir do seu corpo, a materialização de uma substância energética bio plasmática que, lentamente, a partir do solo da cabine, se foi projectando para o exterior, onde se formou a imagem de uma fantasmogéneses ectoplasmática com figura de mulher.
Denominaram-na «a bela de prata», pela semelhança da sua cor com este metal. Uma vez configurada, a entidade energética tinha a capacidade de se deslocar suavemente, como se flutuasse.
As testemunhas mais usadas puderam aproximar-se dela, tocar-lhe e inclusive passar-lhe os braços pelos ombros semimateriais.
Essa aparição pôde ser fotografada pelo profissional Jack Edward com um equipamento de infravermelhos.
Estes documentos, publicados neste artigo, são considerados os mais excepcionais da história da parapsicologia.

O POLTERGEIST

Acontecimento especialmente significativo foi o ocorrido na abadia de Borley, Inglaterra, em 1929, investigado por Harry Price e uma equipa de 48 pessoas. Price foi o mais afamado parapsicólogo do início do século e fundador do laboratório de investigações Psíquicas da universidade de Londres.
Na abadia, os objectos voavam livremente, produziam-se ruídos de todo o tipo, aparecia o espectro de uma freira, também o de um capelão e inclusive uma carruagem fantasma; descobriram também passagens secretas e restos humanos.
A história terminou tragicamente quando, em 1939, a abadia foi pasto das chamas e levou consigo os mistérios e segredos da mesma.



O FANTASMA DO TRIBUNAL

O Advogado carioca Celso Nascimento certa vez imputou habeas-corpus a favor do comerciante Eurico Monteiro. Em primeira instância, Celso Nascimento teve o seu pedido negado. Recorrendo ao Supremo Tribunal, conseguiu a liberdade do comerciante por unanimidade.
Celso Nascimento é um famoso advogado, actuando na área criminal. Passado pouco tempo depois de ter conseguido a liberdade de Eurico Monteiro, Ricardo Rocha, um dos auxiliares de Celso Nascimento, analisava papéis no escritório, quando à sua frente apareceu um homem. Este dizia ser pai do comerciante Eurico Monteiro.
A porta estava fechada, como é que aquele homem teria entrado na sala, sem tê-lo visto ou notado a sua presença? Perguntou-se Ricardo Rocha, em seguida notificando Celso Nascimento: «Está na sala de espera o pai do Eurico Monteiro».
Espantado, Celso Nascimento disse-lhe que o pai de Eurico Monteiro tinha morrido na explosão da fábrica da pólvora do Exército, em Deodoro. Ao abrirem a porta da sala de espera, o fantasma tinha desaparecido.

O FANTASMA DA PARÓQUIA DE BORLEY

A residência paroquial de Borley, em Essex, Inglaterra, foi durante muito tempo assolada por fenómenos fantasmagóricos. No século 19, os primeiros habitantes da casa paroquial, o reverendo Henry Dawson Ellis Bull, a sua mulher e os seus catorze filhos, sempre falaram de ruídos estranhos e aparições do fantasma de uma freira.
Com a morte do filho mais velho de Henry, os estranhos fenómenos tornaram-se mais constantes, ao ponto de o reverendo não poder aguentar mais e retirar-se da residência. Henry Bull permaneceu no local de 1892 até 1927.
Os próximos habitantes da casa paroquial, o reverendo e a Sra. G. Eric Smith, também não suportaram por muito tempo os estranhos fenómenos, retirando-se alguns meses depois do seu advento. Não muito tempo depois, novas pessoas chegaram para ocupar a casa, desta vez foram o reverendo Lionel Foyster, e a sua mulher Marianne e a filha do casal. Os bizarros fenómenos persistiram. Marianne certa vez, chegou a ser atacada por uma entidade, foi esbofeteada no rosto e atirada da cama.
Não suportando mais a situação, foi chamado pelo casal o Laboratório Nacional Britânico de Pesquisas Psíquicas.
O laboratório colocou um anúncio no jornal à procura de pessoas interessadas em fazer vigília numa casa mal-assombrada; quem aceitasse devia ter senso crítico e ser inteligente. Quatro pessoas foram escolhidas. Enquanto faziam a vigília, os observadores viram objectos movimentando-se e ouviram ruídos, todos sem uma causa aparentemente natural . Um dos integrantes foi atingido por um sabão em pedra, outro disse ter visto o termómetro descer dez graus, todavia eles não sentiram nenhuma mudança abrupta na temperatura.
A gravidade do caso acentuou-se quando a residência foi completamente destruída por um incêndio em 1939. Porém, o incêndio parece não ter posto fim aos estranhos acontecimentos.
Alguns anos atrás, um grupo tentava realizar à noite estudos científicos no local, quando começaram a ouvir estranhos ruídos; os seus equipamentos registraram uma súbita variação de temperatura, começaram a sentir um estranho odor e, ainda, avistaram luzes de origem desconhecida.

A MENINA DO CEMITÉRIO

Tudo começou quando eu fui visitar um parente ao cemitério, em frente ao tumulo, coloquei as minhas flores e rezei, eu estava com muitas dificuldades de dinheiro, pois tinha que pagar os meus alugueis, as minhas contas, que já tinham vencido à vários meses.
A minha situação era realmente muito ruim, observei que na minha frente tinha uma menina perto de um tumulo que me observava, ela deveria ter uns 14 anos, eu fiquei meio sem jeito, pois ela olhava firmemente para mim , ela era muito bonita uma gracinha de menina, eu continuei rezando e coloquei as minhas flores no túmulo e fui embora.
Quando eu virei as costas para ir embora, eu escutei uma voz linda de uma menina que me chamava «oi moço! por favor vem aqui» eu olhei e vi que era aquela menina que eu tinha inicialmente visto, quando eu cheguei perto dela, ela soltava um cheiro muito gostoso de um perfume que eu nunca tinha sentido, era um perfume muito gostoso, a menina voltou a falar comigo" você poderia me ajudar, por favor", eu disse que sim, «claro filha, posso saber o que você quer, ela então falou, olha se você me ajudar, eu também te ajudo a resolver, todos os seus problemas», ainda hoje, eu fiquei sem entender, mas falei, tudo bem pode falar comigo que eu faço o que você quiser, ela disse-me; "me ajuda a fechar esse tumulo, que está aberto", e eu tomei um susto quem foi que abriu o tumulo??? E a menina voltou a falar «alguém abriu para roubar, por favor ajuda-me a fechar», e fechamos o tumulo, deu-me um pouco de medo mas eu fechei o tumulo.
Ela falou-me novamente; «olha eu já pedi para várias pessoas para me ajudarem, mas ninguém me ajudou as pessoa ficavam com medo não sei porquê, vocês só devem te medo dos vivos, pois os mortos só querem descanso», eu continuava sem entender nada, a menina falou «muito obrigada você ajudou uma alma, descansa em paz, vai ainda hoje a sua recompensa meu nome é Natália, fica com deus».
A menina ficou rindo para mim, com um sorriso muito bonito, e eu voltei as costa e vim embora, quando eu olhei para traz, ela tinha desaparecido e o cheiro do perfume também.
Quando eu ia a sair do cemitério, lembrei-me que tinha esquecido das chaves de casa, voltei ao local do tumulo que eu tinha acabado de fechar, vi as chaves e agarrei-as, quando eu vou a sair e dou um ultimo olhar para o tumulo, apanhei um tremendo susto, eu vejo a foto da mesma menina que eu acabei de ajudar a fechar o tumulo, a foto dela estava no mármore do tumulo, sai correndo que nem um doido, até à porta do cemitério, cortei-me todo, eu estava morrendo de medo e fui tomar um café num bar, depois de algumas horas, eu recuperei do susto, mas não contei para ninguém, eles não iam acreditar em mim.
Paguei o café e quando eu ia saindo do bar uma mulher que eu nunca tinha visto, disse-me «olha mandaram te dar esse pacote para você», eu peguei e sem entender, perguntei quem foi que me tinha mandado o pacote e ela sorriu e foi-se embora, eu ainda fui atrás dela, mas não a vi mais, ao chegar a casa, abro o pacote e fico surpreso, tinha dentro do pacote 8 mil reais, esse dinheiro acabou com todos os meus problemas de dinheiro, até hoje eu não sei o que se passou ao certo, só sei que foi mandado por uma força maior , eu tava no local certo , no dia certo e na hora certa, esse dia eu nunca vou esquecer e a partir desse dia tenho tido muita sorte, sempre to achando dinheiro, ganhando em jogos, não muito, mas ganho sempre.

A LENDA

Brasil 1963, Nasce no Sertão, Lucas, um menino saudável e forte, mas que mudaria totalmente sua vida após os 10 anos. A sua infância foi diferente das outras crianças, pois ele gostava de brincar sozinho, ele era calmo mas ficava irritado a toa. Ele só tinha um amigo esse era o único que podia brincar com ele, ele confiava em seu amigo, um dia ele revelaria um grande segredo que só ele e sua mãe sabiam, a sua mãe esconderia um terrível segredo, se o segredo fosse revelado, Lucas correria risco de vida.
O tempo foi passando e Lucas foi mudando, ele ia crescendo muito rápido, Lucas já tinha 6 anos. Mas parecia ter 10 anos, a sua mãe estava muito preocupada e quando ele completou sete anos, começou os acontecimentos que mudaria a vida de todos, principalmente dos moradores daquele pequeno povoado do Sertão .
Sua mãe já sabia da lenda e já tinha providenciado a segurança dela e do Lucas, um terrível acontecimento estava para vir.
Quando Lucas estava a brincar, o seu amigo observava uns estranhos comportamentos no Lucas, ele nunca tinha visto isto antes, o seu amigo notou que Lucas quando estava irritado ficava com os seus músculos mais fortes, cresciam, e os olhos ficavam grandes. Então, o amigo comentou o sucedido com a mãe do Lucas.
A mãe, ficou preocupada e disse ao amigo que chamava-se Soares, estar chegando o dia e você tem de saber toda a verdade, Soares ficou espantado e perguntou, que verdade? Nali mãe de Lucas falou, é um segredo que só eu e o Lucas e você podem ficar sabendo, você é o único amigo que pode ajudar ele nesta hora.
Soares, interroga o segredo que a mãe e o amigo tem, Nali, então diz, quando o Lucas completar os dez anos de idade você verá com os seus próprios olhos, e você vai ser o único amigo que vai ser protegido da sua fúria,
Soares ficara com medo do que estava para vir, o tempo vai passando. E chega o grande dia Lucas completa dez anos, era uma sexta-feira 13, lua cheia, Nali chama o Soares e diz que chegou o grande dia, que não podíamos deixar que a fera se liberta-se, Soares sem entender nada diz «mas que fera», Nali então, diz para o Soares, «quando eu era criança, meu pai levava-me para casa da minha avó, nos fins de semana, nós passávamos horas caminhando no Sertão na escuridão, mas um dia foi diferente era lua cheia, nós estávamos no meio do Sertão estava muito escuro, naquela época existia uma lenda, mas ninguém acreditava, mas... nesse dia não tive qualquer duvida, de repente escutamos um rugido de um lobo achamos estranho, porque não existia lobos naquela época, quando nós atravessa-mos o rio apanha-mos um susto grande, á nossa frente estava uma criatura horrível, era um grande lobo que ficava de pé metade lobo metade homem, o meu pai agarrou-me ao colo e saí-mos correndo pela mata dentro desesperados, pois o meu pai já sabia da lenda, de dez em dez anos ele voltava para fazer uma nova vitima, ele precisava de sangue para se reproduzir», Soares fica assustado com a historia, Nali diz que o lobo na realidade era um lobisomem e ele matou o seu pai e tinha a mordido, e que sempre que à lua cheia, transformo-me em lobisomem.
Nali então levanta-se e chama Lucas , Lucas estava a traz da porta ouvindo tudo, então Lucas aparece ao amigo e Soares pergunta ao Lucas porque não me disse isto antes, e Nali respondeu, «não podíamos falar para você, fora do tempo porque nós precisa-mos de você, Nali olha firmemente para soares e diz olha la para cima, é lua cheia, e Lucas precisa de sangue para a sua transformação se ele não tiver o sangue ele morre e eu não vou permitir que o meu único filho morra por falta de sangue, você vai ser o doador de sangue» Soares, assustado tenta fugir, mas é tarde de mais, porque Lucas já está a transformar-se em lobisomem com sua mãe.
È tarde demais, soares não pode correr diante dos lobisomens, ele é estraçalhado pela presas dos animas ferozes.
Ate hoje, esta Historia é contada nas redondezas do Sertâo, quando é lua cheia os moradores ainda escutam uivos de lobos que apavoram os moradores que acreditam que ainda hoje existe 3 lobisomens no local, em lua cheia ninguém sai de casa à noite. A lenda existe ate hoje.

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abril 09, 2005

Evolução Humana científica ou religiosa de LOMBARDOS

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A evolução humana na linha do tempo pode ser compreendida
– quando Adão perdeu uma costela, ou
– quando os chimpnazés perderam um cromossoma.

Adão e o chimpanzé são os mesmos.

A evolução humana na linha do tempo encontra-se registrada em versículos da Bíblia. A costela de Adão simboliza cromossoma, e é a chave da evolução homem macaco. Na discussão evolução vs. criacionismo, encontramos muitas convergências como esta.

Um adepto da teoria da evolução, e que nega o criacionismo, poderia indagar porque um assunto tão importante como a criação do ser humano estaria em uma mensagem simbólica ao invés de linguagem explícita. Por que, afinal, as Escrituras Sagradas não falam de cromossomas? Esta pergunta é procedente, e vamos examiná-la mais à frente. Para começar, o meu interesse é ver os pontos de confluência entre evolução e criacionismo, relativos ao aparecimento do ser humano. Vamos direto ao ponto e deixemos as discussões para depois.

Paralelismo entre costela de Adão e a ciência – Existe uma espantosa coincidência entre números na Bíblia, envolvendo o criacionismo e números na ciência, relativos à evolução do homem a partir do macaco. Vejamos a citação bíblica, segundo a qual Deus tirou uma costela de Adão e com ela fez Eva, a mulher:

“Então, o senhor Deus adormeceu profundamente o homem; e enquanto ele dormia, tirou-lhe uma de suas costelas, cujo lugar preencheu de carne. Da costela que retirara do homem, o senhor Deus fez a mulher e conduziu-a até o homem.”

Comecemos a análise pelo número de costelas. O homem tem 24 costelas – 12 de cada lado do tórax. O mesmo número ocorre na mulher. O texto diz que Deus tirou uma costela e não um par de costelas. Se tivesse retirado uma única costela, o homem teria números diferentes desse osso de cada lado do tórax. E ainda ficaria a dúvida sobre o número de costelas na mulher.

Essas contradições desaparecem se o texto for examinado à luz de uma informação que Jesus Cristo deu aos seus discípulos: “Para Deus nada é impossível”. Deus pode ter retirado uma costela de Adão, mas fez com que a sua mulher e todos e seus descendentes tivessem o mesmo número de costelas. Mas vamos considerar que a retirada da costela seja uma linguagem simbólica e depois direi porque ela não poderia ser direta.

Vejamos agora o lado da ciência. O chimpanzé, do qual a ciência admite ter evoluído o homem, tem 24 cromossomas nas suas células sexuais, isto é, 24 cromossomas em cada espermatozóide e 24 cromossomos em cada óvulo. Estou falando em gametas, células sexuais, aquelas que são capazes de reproduzir a espécie. Portanto, são idênticos, os números de costelas no homem e de cromossomas no chimpanzé. As outras células do chimpanzé são diplóides, isto é, têm um par de cromossomas – têm, portanto, 48 cromossomas.

Confluência de versículos da Bíblia e a Evolução Humana na Linha do Tempo – Se admitirmos que costela simboliza cromossoma, os números na Bíblia, implícitos e explícitos, dizem que Deus retirou um cromossomo do chimpanzé e com ele fez a mulher. Em outras palavras, o “homem”, um chimpanzé, perdeu um cromossoma das células sexuais e assim se formou uma mulher.

E, de fato, a mulher, assim como o homem, tem um cromossoma a menos do que o chimpanzé nas células sexuais. O espermatozóide humano tem 23 cromossomas e o óvulo humano tem também 23 cromossomas. Faz sentido, não? As outras células do ser humano são diplóides, isto é, têm 46 cromossomas. Mas, já que estamos falando de criacionismo vs. evolução de uma forma amistosa, cumpre ver o que a ciência diz com respeito à evolução homem macaco, isto é, à evolução do homem a partir do chimpanzé.

A evolução do homem a partir do macaco – Admite-se que na evolução das espécies, por algum fenômeno desconhecido, houve a fusão de dois cromossomas do chimpanzé e daí teria surgido o homem primitivo, o hominídeo. Existem teorias que sustentam ter surgido primeiro uma fêmea, o que, se for verdade, dá mais consistência à visão simbólica da história de Adão e Eva.

Em síntese, temos o seguinte quadro:
*Número de costelas no ser humano: 24
*Número de cromossomos nos gametas do chimpanzé : 24
*Criação : retirada de uma costela.
*Evolução: fusão de dois cromossomas.
*Costela simboliza cromossoma.
*Retirada de uma costela = fusão de dois cromossomas.
*Número de cromossomas resultantes nos gametas: 23 – Nova espécie: homem, hominídeo, possivelmente representado por uma fêmea.

Ainda sem nos afastarmos muito destas questões primárias, caberia perguntar as razões de tantas diferenças entre o ser humano e o chimpanzé, pela “simples” fusão de dois cromossomas. Ademais, continuaria argumentando um adepto do criacionismo, sabe-se que a semelhança entre o DNA do chimpanzé e do ser humano é superior a 98%, ou seja, ser humano e chimpanzé deveriam ser mais parecidos. Estas são perguntas pertinentes e que devem ser examinadas com cuidado.

Vamos começar por números: a diferença inferior a 2% entre os DNAs do ser humano e do chimpanzé. Essa porcentagem pode significar muito, por quatro motivos:

*Estamos começando a conhecer o genoma humano e do chimpanzé, isto é, os mapas do DNA, os mapas dos genes, e que função cada gen desempenha. Por outro lado, nada sabemos sobre o genoma do chimpanzé. Assim, é perfeitamente aceitável que essa porcentagem, embora pequena, signifique muito em termos de diferenças anatômicas e fisiológicas entre as espécies.

*As diferenças podem situar-se em partes fundamentais dos DNAs, suficientes para causar as diferenças entre as espécies.

*A quantidade de DNA nas células nem sempre é proporcional à sua complexidade. Portanto, os arranjos dos componentes do DNA nos seres humanos pode ser mais importante que a quantidade.


Assim, a porcentagem um pouco abaixo de 2% de diferença entre o chimpanzé e o ser humano passa a ter mais significado. A “simples” fusão de dois cromossomas de uma espécie pode causar muitas diferenças na espécie resultante.

Por que a Bíblia não é explícita? – Em outras palavras, por que, como foi levantado no começo deste artigo, a mensagem bíblica não fala diretamente em cromossomas? Há pelo menos duas respostas possíveis.

A primeira é relativa a um dogma do cristianismo e do judaísmo: trata-se de texto sagrado, isto é, ditado ou inspirado por Deus, e não cabe questionamento sobre como Deus fala.

A segunda é relativa aos escritores da Bíblia: eles seriam seres humanos dotados do conhecimento da evolução e profundos conhecedores da índole humana. Eles sabiam não ser possível escrever o que os homens não poderiam entender naquela época (existência de cromossomas, genes, DNA). Sabiam ainda que, vivendo em uma sociedade patriarcal, a mulher deveria ficar em um plano secundário, na versão escrita, para facilitar a aceitação da palavra de Deus.

Os fiéis ficam com a primeira resposta, o dogma.

Mas os que não são fiéis podem indagar, com propriedade, como aqueles escritores, recém-saídos de uma vida seminômade, poderiam deter tais conhecimentos sobre a evolução das espécies.

A Bíblia, como livro, examinada sem qualquer posição preconcebida, é um livro singular, e as pessoas que escreveram suas diversas partes diferiam do comum dos mortais. Contudo, por mais inteligentes que tenham sido, elas não poderiam deter alguns desses conhecimentos. Assim, a resposta é: trata-se de um mistério.

No prazeroso estudo dos números na Bíblia envolvendo criacionismo vs. evolucionismo existem outros pontos de convergência. Exemplo: parte do texto sagrado reproduzido no início deste artigo e a versão da ciência relativo a diferenças entre homem macaco. A expressão bíblica “cujo lugar preencheu com carne” transmite um significado especial e dá margem a mais paralelismos entre religião e ciência. Nós poderiamos ler essa expressão assim: cujo lugar preencheu com o lobo frontal.

Procriação subseqüente – O aparecimento do ser humano levanta o problema da procriação. Na história da criação o problema não existe: uma vez criados, Adão e Eva começaram a se reproduzir. Mas, na evolução, UM indivíduo, surgido da fusão de dois cromossomas não daria origem à espécie humana.

Para ilustrar, digamos que a fusão de dois cromossomas se deu em uma fêmea, resultando 23 cromossomas nos gametas, a qual convivia com machos que tinham 24 cromossomas nos gametas. A procriação seria impossível. Ainda que copulassem, não haveria formação do ovo devido à falta de simetria nos DNAs. Como, então, teria procriado o ser humano na evolução?

O mais provável é que o fenômeno – físico, químico, ou físico-químico – tenha atingido vários indivíduos entre os chimpanzés, causando a fusão de cromossomas em muitos deles, tanto machos como fêmeas. Na história da evolução existe ainda outra particularidade: os bonobos têm mais elementos do que os chimpanzés para serem os antecessores do homem.

Preferência pelos chimpanzés aos bonobos – A ciência mostra preferência pelos chimpanzés aos bonobos na escala evolutiva, embora estes tenham mais semelhanças com os seres humanos. Vejamos:

*O percentual de semelhança entre o DNA dos bonobos e os humanos é maior do que o dos chimpanzés.
*Têm os genitais mais salientes e voltados para frente, como os humanos.
*São os únicos primatas, exceto os humanos, que copulam pela frente. *Mantêm relações homo e heterossexuais, assim como de indivíduo jovem com adulto.
*As fêmeas, quando chegam à adolescência, abandonam o seu grupo e se juntam a outro. No novo grupo se submetem às fêmeas, inclusive sexualmente – depois passam a ter relações com os machos.
*As fêmeas andam em grupos e o macho as respeita porque elas se juntam contra ele na luta pela posse do alimento.
*Ficam em posição bípede com mais freqüência do que os chimpanzés, e têm o riso mais expressivo. São também mais cordiais no grupo.

Apesar de tudo isso se acredita que o homem tenha evoluído dos chimpanzés. A razão reside no fato de que eles são encontrados em muitas regiões da África e em áreas mais abertas, o que teria favorecido sua dispersão territorial. Por sua vez, os bonobos vivem em matas fechadas, de algumas regiões da África. Contudo, do ponto de vista genético, anatômico, emocional e de comportamento, é mais provável que a espécie humana tenha derivado dos bonobos. Talvez, depois de sua comunidade ser atingida por um cataclismo, eles tenham se refugiado em matas fechadas.

Ancestral do homem: nem chimpanzé nem bonobos – Uma outra teoria admite que chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos, gibão, pertencentes à família de primatas conhecida como Pongídeos, assim como a família dos Hominídeos, cujo único representante é o homem, todos pertencentes à superfamília dos Hominóideos, teriam derivado de indivíduos conhecidos como Macacos do Velho Mundo.

A minha concepção é de que alguma violenta mudança ambiental, atingindo África e Ásia, alterou a estrutura genética de muitos Macacos do Velho Mundo (Cercopitecóideos) no período compreendido entre 6 milhões e vinte e cinco milhões de anos atrás. Surgiram Pongídeos diferentes.

Por que não teriam surgido hominídeos diferentes? O homem atual deve ter apresentado diferenças entre os indivíduos desde o começo. Por exemplo, deve ter aparecido, ao mesmo tempo, indivíduos com pele branca e pele negra na África e na Ásia. Condições climáticas e a luta pela sobrevivência teriam facilitado o desaparecimento de indivíduos de pele branca na África e de pele negra em regiões geladas.

A teoria de um tronco comum para todos os Hominóideos não muda o paralelo com a costela de Adão. Toda a superfamília dos Hominóideos teria surgido de indivíduos com 24 cromossomas nos gametas. Uma família (Pongídeos) continuou com 24 cromossomas nos gametas e outra (Hominídeos) apareceu com 23 cromossomas.

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abril 08, 2005

SÃO FRANCISCO DE ASSIS LOMBARDO

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No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.

Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.

Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo".

Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaura minha casa decadente".

O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.

Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza".

A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.

O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.

Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.

Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.

Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização".

Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.

Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.

Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao "mais italiano dos santos e mais santo dos italianos", proclamando-o padroeiro da Itália.

S.Francisco é também o protector dos animais.

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abril 07, 2005

Mais umas carolices para LOMBARDOS.Assim é o Zé Dias

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1. Nada mais perigoso do que ser demasiado moderno: corre-se o risco de sair de moda muito rapidamente. (Oscar Wilde)

2. As paixões mais violentas por vezes nos dão folga; a vaidade, nunca. (La Rochefoucauld)
3. Prazeres do homem - dores da mulher. (Karl Kraus)

4. Meu irmão diz que as mulheres deveriam vir com Manual de Instruções. Assim não haveria problemas para usá-las. Eu acho que deveriam ter uma lista de contra-indicações: essa garota pode causar efeitos colaterais, manter longe das crianças, ... (do filme: "Los peores años de nuestras vidas")

5. Me distraiam mil encantamentos. Mas as belezas se subtraem: a gente vê a borboleta e esquece a flor. (Mia Couto)

6. Detesto discussões. São sempre vulgares e, muitas vezes, convincentes. (Oscar Wilde)

7. Casamento é como caipirinha de boteco: todo mundo sabe que dá dor de cabeça, mas todo mundo quer experimentar. (do filme "Pequeno Dicionário Amoroso")

8. Com dinheiro no bolso você fica sábio, charmoso e até canta bem. (Provérbio iidiche).

9. Nunca se diga que o amor é fácil, antes de vivê-lo como um vício. (Antônio Maria)

10. A sociedade não deve continuar dando aos burocratas o poder de distribuir riquezas. (Karl Popper)

11. Quer saber de uma coisa? Sou igual aos outros. Só que preciso mais de você do que eles. (do filme "Things to do in Denver when you're dead").

12. Meu pai já dizia: Gabriel, não casa! Não casa, que mulher é por um tempo e ex-mulher é para o resto da vida. (do filme "Pequeno Dicionário Amoroso")

13. Há casamentos bons, mas não os há deliciosos. (La Rochefoucauld)

14. Londres está cheia de mulheres que confiam no marido. São reconhecíveis com grande facilidade: todas elas parecem extremamente infelizes. (Oscar Wilde)

15. As mulheres têm duas armas terríveis - cosméticos e lágrimas. (Napoleão)

16. Nunca odiei um homem o suficiente para lhe devolver os diamantes. (Zsa Zsa Gabor)

17. É preciso sempre escrever como se fosse a primeira e a última vez. Dizer tanto como se fosse uma despedida e tão bem como se fosse uma estréia. (Karl Kraus)

18. Se pelo menos não vivêssemos tentando ser felizes, até que poderíamos nos divertir bastante. (Edith Wharton)

19. Se a minha presença a incomoda, senhora, não preciso que mo diga, e acto contínuo saí-se pela porta fora, sem olhar para trás, olhar para trás é um risco tremendo, pode a pessoa transformar-se em estátua de sal e ficar para ali à mercê da primeira chuva. (José Saramago)

20. É impossível amar uma segunda vez quem verdadeiramente deixamos de amar. (La Rochefoucauld)


José Dias Rocha
jdrocha@montepiogeral.pt

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Fundação do Sporting para LOMBARDOS

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A Fundação

"Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa». O voto foi formulado em 8 de Maio de 1906 por José Alvalade. Ao voto, juntou a cor verde da esperança. A história tem vindo a dar-lhe razão e, quase cem anos depois, o Sporting, consolidado por um passado ímpar, lança-se em novos e grandes desafios.

A 26 de Agosto de 1902, o Sport Club de Belas disputou o seu primeiro e único desafio de futebol, contra um grupo de Sintra, e venceu por 3-0. O desafio realizou-se em Seteais, onde «tinham sido instalados palanques e tribunas», conta Júlio de Araújo, depois presidente da Direcção. O Rei e a família assistiram ao que foi um acontecimento promovido por jovens aristocratas atraídos pelas emoções de um desporto, o Foot-Ball, já enraizado e popularizado em Inglaterra. O «Diário de Notícias» relatou que «num círculo compacto assistiam mais de quatro mil pessoas, cheias de animação e de interesse».

O Sport Club de Belas não era ainda o Sporting, mas os seus jovens animadores, Francisco Ponte e Horta Gavazzo e o irmão, José Maria da Ponte e Horta Gavazzo, acabavam de lançar uma dinâmica que se revelou irreversível. Belas era local de veraneio de numerosos jovens que residiam efectivamente em Lisboa, alguns deles na zona do Campo Grande.

Em reunião realizada quase dois anos depois, na Pastelaria Bijou, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, alguns deles decidiram retomar a experiência de Belas e fundar o Campo Grande Football Club. Estava-se em 1904, e o novo clube ficou com sede instalada num quarto do segundo andar do Solar dos Pinto da Cunha, edifício que ainda existe e faz a esquina entre a Alameda das Linhas de Torres e o Campo Grande propriamente dito. Além dos irmãos Gavazzo, participaram nessa reunião fundadora o jovem José Holtreman Roquette (José Alvalade), José Stromp e outros entusiastas da prática desportiva.

A imprensa anunciou, na ocasião, que o clube era «constituído por elementos de boas famílias». O Visconde de Alvalade, avô de José Alvalade, foi designado presidente, a título honorífico.

Futebol, esgrima, ténis, corridas, saltos, festas sociais e piqueniques foram as principais actividades dinamizadas pelo novo clube durante os primeiros dois anos de existência. Em 1906 os ambientes turvaram-se e gerou-se uma divisão entre os membros que defendiam uma instituição vocacionada para festas e actividades de convívio social e outros que insistiam na dedicação à vertente desportiva.

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abril 06, 2005

Arte... Futurismo... na LOMBA

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Futurismo

Movimento artístico e literário iniciado oficialmente em 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, do poeta italiano Filippo Marinetti (1876-1944), no jornal francês Le Figaro. O texto rejeita o moralismo e o passado, exalta a violência e propõe novo tipo de beleza, baseada na velocidade. O apego do futurismo ao novo é tão grande que chega a defender a destruição de museus e cidades antigas. Agressivo e extravagante, encara a guerra como forma de "higienizar" o mundo.
O futurismo produz mais manifestos - cerca de 30, de 1909 a 1916 - do que obras, embora esses textos também sejam considerados manifestações artísticas. Há grande repercussão principalmente na França e na Itália, onde muitos artistas, entre eles Marinetti, se identificam com o fascismo nascente. Após a I Guerra Mundial, o movimento entra em decadência, mas seu espírito influencia o dadá.
Artes plásticas –Tem o objetivo de criar obras com o mesmo ritmo e espírito da sociedade industrial. Para refletir a velocidade na pintura, os artistas recorrem à repetição dos traços das figuras. Se querem mostrar vários acontecimentos ao mesmo tempo adaptam técnicas do cubismo. Na escultura, os futuristas fazem trabalhos experimentais com vidro e papel. O grande expoente é o pintor e escultor italiano Umberto Boccioni (1882-1916). Sua escultura Formas Únicas na Continuidade do Espaço (1913) - interseção de vários volumes distorcidos - é uma das obras emblemáticas do futurismo. Nela se percebe a idéia de movimento e força.
Preocupados com a interação entre as artes, alguns pintores e escultores se aproximam da música e do teatro. O pintor italiano Luigi Russolo (1885-1947), por exemplo, cria instrumentos musicais e os utiliza em apresentações públicas.
Na Rússia, o futurismo tem papel importante na preparação da Revolução Russa (1917) e caracteriza as pinturas de Lariónov (1881-1964) e Gontcharova (1881-1962).
Literatura –As principais manifestações ocorrem na poesia italiana. Sempre a serviço de causas políticas, a primeira antologia sai em 1912. O texto é marcado pela destruição da sintaxe, dos conectivos e da pontuação, substituída por símbolos matemáticos e musicais. A linguagem é espontânea e as frases são fragmentadas para expressar velocidade. Os autores abolem os temas líricos e incorporam à poesia palavras ligadas à tecnologia. As idéias de Marinetti, mais atuante como teórico do que como poeta, influenciam o poeta cubista francês Guillaume Apollinaire (1880-1918).
Na Rússia, o futurismo expressa-se principalmente na literatura. Mas, enquanto os autores italianos se identificam com o fascismo, os russos aliam-se à esquerda. Vladímir Maiakóvski (1893-1930), o poeta da Revolução Russa, aproxima a poesia do povo. Outro poeta de destaque é Viktor Khlébnikov (1885-1922).
Teatro –Introduz a tecnologia nos espetáculos e tenta interagir com o público. O manifesto de Marinetti sobre teatro, de 1915, defende representações de apenas 2 ou 3 minutos, com pequeno ou nenhum texto, poucos atores e vários objetos em cena.
As experiências na Itália concentram-se no teatro experimental fundado em 1922 pelo italiano Anton Giulio Bragaglia (1890-1960). Marinetti também publica uma obra dramática em 1920, Elettricità Sensuale, mesmo título de uma peça sua escrita em 1909.
FUTURISMO NO BRASIL –O movimento colabora para desencadear o modernismo, que dominou as artes a partir da Semana de Arte Moderna de 1922. Os modernistas usam algumas das técnicas e discutem as idéias do futurismo, mas rejeitam o rótulo, identificado com o fascista Marinetti.

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abril 05, 2005

Latim para leigos LOMBARDOS

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A NON DOMINO - Anão domina. Expressão muito utilizada à época dos Anões do Orçamento.

AB OVO - Expressão muito utilizada pelos desafetos do ministro José Serra, que quer dizer "Não concordo, Fora!, Vai te Catar" e et cetera. A América do Norte e Europa têm uma variante, AB TORTA, que significa a mesma coisa.

AD HOMINEM - O contrário de Ad Mulherem.

AD INFINITUM - Coisa que vai durar pra sempre - como a corrupção, por exemplo.

ALEA JACTA EST - Tradução: A jaca está lançada.

ABERRATIO DELICTI - Tradução: Deliciosa aberração.

ALIBI - Famoso motel paulistano.

ANIMUS FURANDI - Furando o ânimo - coisa que o casamento costuma fazer, por exemplo.

AUREA MEDIOCRITAS - Área da mediocridade. Um bom exemplo está no Dicionário Geográfico de Política Brasileira, que lista pelo menos 700 mil localidades.

AVIS RARA - Ave rara - como político no Parlamento na sexta-feira.

BREVI-MANU - Mano breve. Diz-se daquele amigo que morreu cedo.

CAPITIS DIMINUTIO - Significado: Capital Diminuto - como o nosso.
CARPE DIEM - Significado: Carpa do Dia, peixe antiquíssimo muito apreciado pelos povos orientais.

CASUS BELI - Belo caso - todo mundo já teve um.

COGITO, ERGO SUM - Máxima filosófica criada por René Descartes, hoje descartada completamente pelo advento do computador. Atribuem a esse último, aliás, uma nova máxima, atualíssima: DIGITO, ERGO SUM.

COMPENDIUM UNIVERSALIS - Literalmente, Resumo Universal. Livro de autoria deste que vos escreve e que já conseguiu a impressionante façanha de ser recusado por 27 grandes editoras daquele país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza.

CONSCIENTIA FRAUDIS - Consciência da fraude - coisa que a maioria dos acusados alega não ter.

CORAM POPULO - Povo corado. A expressão se referia aos descendentes de Obelix, que sempre surgiam gordinhos e rosados, exuberantes em sua saúde quadrinesca.

CUIQUE SUUM - Sumo da cuíca. Expressão elogiosa que indica o virtuose do instrumento citado.

DATA VENIA - Significado: Expressão respeitosa usada principalmente para discordar do argumento de outros. Um exemplo clássico: "Data venia, mas não concordo e vosselência é um ilibado filodaputa", et cetera.
DE MINIMIS NON CURAT PRAETOR - Tradução: O mínimo (salário) não cura.

DE PANE LUCRANDO - Lucrando com a pane - expressão muito utilizada pelos mecânicos oportunistas de beira de estrada.

DEO GRATIAS - Tradução: De Graça, oras!!!

DEUS EX MACHINA - Significado: Literalmente, "Deus, que máquina!!!". Expressão muito utilizada pelos latinos quando viam passar pela frente (ou pelas costas) as boazonas da época.

DOMINUS VOBISCUM - Vobisco dominado. Pra quem não sabe, Vobisco foi um famoso gay do século XVI dC/aFHC. A expressão ganhou popularidade quando seus contemporâneos perceberam que, ao perguntarem por Vobisco, alguém sempre trazia a notícia:
— Vobisco? Tá dominado!

DURA LEX, SED LEX - Expressão que inspirou o Correio a criar o Sedex, que significa, acho, Sede Expressa (de enviar/receber mensagens e outros badulaques.

ERRARE HUMANUS EST - Expressão muito utilizada pelos desumanos, que jamais erram.

EXCLUSIVE - O contrário de inclusive. É claro.

EXTRA-MUROS - Do lado de fora. Maior desejo dos que estão presos no Carandiru, ou intra-muros, se quiserem.

FELIX CULPA -
Culpa feliz - coisa muito difícil de encontrar. Mesmo.

FIAT LUX - Significado: Novo modelo de automóvel a ser lançado em 2005 pela famosa Empresa Automóvel italiana.

FIAT - Empresa que vai lançar o Fiat Lux, porra!

GENUS IRRITABILE - Gênio irritado. Diz a lenda que o aprendiz Domenico Malaga afixava uma placa com estes dizeres na porta do estúdio de Leonardo Da Vinci, nos dias em que o mestre se sentia extremamente sensível devido à sua TPM.

HABEAS CORPUS - Documento que tira qualquer um da cadeia — desde que ele seja bem rico, é claro.

HABEMUS CHESTER - Frase que a grande maioria dos brasileiros sequer chega a pronunciar no natal. Costuma-se substituir por outra mais barata: Habemus Frangus.

HOMO SAPIENS - Homem-sapo — figura que saltou da mitologia para as páginas dos Contos de Fadas (quem é que não se lembra do sapo que virou príncipe e vice-versa?).

IBIDEM - Idem ao quadrado, oras!

IN BREJUS VACA EST - Literalmente, A Vaca Foi Pro Brejo — ou algo assim.

IN COVAS EST - Precisa traduzir?

IN DUBIO CONTRA FISCUM - Na dúvida, contra o Fisco — coisa que não acontece muito por aqui, onde o Leão nunca, em hipótese alguma, jamais erra.

IN DUBIO PRO REO - Na dúvida, põe a culpa no réu!

IN EXTENSO - Posição na qual fica o presunto na mesa de autópsia.

IN EXTREMIS - Expressão muito utilizada quando o salário mínimo chega ao fim.

IN LIMINE - Expressão utilizada pelos justiceiros medievais iletrados. Exemplo: "Inlimine todos os ladrão", et cetera.

IN SITU - Presente do indicativo do verbo Incitar.

IN VERBIS - Na verba (de quem, não se sabe).

INFRA - Quesito que falta a muitos negócios em Portugal. E no extrangeiro também.

IN-QUARTO - Aquilo que fica entre o in-terceiro e o in-quinto.

JURIS TANTUM - Tantos juros...

LAPSUS-LINGUAE - Lapso de língua. Explico: é quando um gajo quer colocar a língua lá e ela escapa - ou se enrola na pentelheira.

LAUS DEO - Expressão obscena que significa Laus (ou Lau, ou ainda Lalau) deu. O que ele deu, ninguém sabe ainda - mas suspeita.

LITTERATIM - Literatura pequena, de má qualidade. Textículo.

MAGNIFICAT - Gato magnífico. E pronto!

MANUS ET MINAS EST - Título do primeiro rap (ou hip-hop) encontrado por arqueólogos de Itaquera sob a lira de Nero, o Louco, que deitou fogo na bomba e depois em Roma.

MEMENTO, HOMO, QUIA PULVIS ES ET PULVEREM REVERTERIS - Um momento, homem, que o povo está pulverizando o revertério.
Última frase dita por Gaudio, o latino, famoso louco do século XII dC/aFHC.

META OPTATA - Sinceramente, essa eu não consegui traduzir. Meta, é claro, quer dizer meta mesmo, do verbo Meter. Já Optata, não sei do que se trata. Já vi gente meter muita coisa, mas optata, nunca. Talvez seja uma palavra secreta do vocabulário sadomasoquista. Sei lá.

MINIMA DE MALIS - Dos males, o menor. Este provérbio, aliás, inspirou a FEBEM, que ainda vê, no menor, o Mal.

NEC PLUS ULTRA - Avançadíssimo aparelho de barbear a ser lançado pela Gillete ou sua concorrente.

OPUS - Obra - como a do TRT, por exemplo.

ORE ROTUNDUM - Hora redonda. 2 e meia, por exemplo, ou 4 e meia, et cetera.

PAX - Palavra totalmente desconhecida por George Bush & Saddam Hussein.

PRIMA FACIE - Prima fácil (uma coisa que todo mundo tem; quem não tem, não sabe o que está perdendo!)

PRO RATA - A favor do roedor doméstico e urbano do sexo feminino.

QUORUM - Aquilo que sempre falta nas votações que beneficiam o povo.

REGULAS DEFAECARE - Isso mesmo, acertou: cagar regras.

RES NULLIUS - Réu nulo - aquele que é definitivamente eliminado pela sentença do juiz.

RES, NON VERBA - Réus, não verba. Expressão utilizada pelos juízes romanos, que já reclamavam do número elevado de réus em comparação ao minguado dinheiro dos tribunais da época.

SPIRITUS SANCTUS - Backing vocal dos megachous do popadre Marcelo Rossi.

STATUS QUO - Grupo de rock dos anos 70 que fez (e ainda faz!) um barulho dos diabos. Esteve há pouco em Portugal.

SUPERAVIT - O contrário de deficit.

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abril 04, 2005

Como é eleito um novo Papa para LOMBARDOS

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Os papas são eleitos pelo Colégio dos Cardeais que reúne no Conclave quando o lugar fica disponível.

As regras para a eleição têm sido alteradas ao longo dos últimos pontificados, Primeiro com Paulo VI, em 1975, que excluiu da votação os cardinais com mais de 80 anos.

O Papa João Paulo II também promoveu uma série de alterações. A maioria de dois terços deixou de ser necessária ao fim de uma série de votações, sendo substituída pela maioria absoluta.

A eleição é feita por escrutínio, através de voto secreto, sendo que a eleição por comité ou aclamação está excluída.

Os cardeais mais velhos não podem entrar no Conclave, mas estão convidados a tomar parte nas discussões preparatórias. As regras da confidencialidade são agora mais duras.

O Papa falece

Quando o Papa morre, o Cardeal Camerlengo (actualmente o Cardeal Eduardo Martinez Somalo) tem de verificar a morte, de acordo com a tradição, chamando três vezes pelo nome do Papa, sem resposta.

De seguida autoriza a certidão de óbito e oficializar a ocurrência, notificando o Cardeal Vigário para a Diocese de Roma (Cardeal Camillo Ruini).

O Camerlengo sela os aposentos do Papa e faz as preparações para o funeral e os nove dias de luto.

Durante este período o Carmelengo é responsável pela administração da Igreja. Será ele que irá dirigir o processo da eleição, assistido por três cardeais, eleitos de três em três dias pelo Colégio.

Com apenas algumas excepções, todos os membros elevados da Cúria Romana têm a sua autoridade suspensa, e deverão abandonar os seus postos imediatamente após a eleição de um novo Papa.

Começam as reuniões

Após 15-20 dias de "Congregações Gerais", sermões nas Igrejas Titulares e luto pelo Santo Padre, os Cardeais Eleitores entram o Conclave para escolher quem será o novo Sumo Pontífice.

Os cardeais têm de prestar juramento quando entram o Conclave pela primeira vez, comprometendo-se a seguir as regras papais e a respeitar o voto de segredo sobre as deliberações. Quem falhar é automaticamente excomungado.

Os cardeais sentam-se à volta das paredes da Capela Sistina e recebem um papel em que se lê: "Eligo in suumum pontificem" (eu elejo como Sumo Pontífice...). Depois escrevem um nome, dobram, e dirigem-se, um por um, ao altar para os depositarem dentro de um cálice.

A contagem é feita pelo Carmelengo e os três assistentes. Os votos são contados e no fim queimados. Se um novo Papa tiver sido eleito, os papéis são queimados para produzir o fumo branco. Se não for o caso, libertarão fumo negro, para que as multidões expectantes saibam se um novo Papa será anunciado, ou não.

Os requisitos para a eleição

Para ser eleito Papa um cardeal terá de receber mais de dois terços dos votos. Se tiverem havido trinta eleições sem que ninguém tenha sido eleito, então basta um simples maioria.

Esta alteração, imposta por João Paulo II, deverá diminuir o risco de candidatos de "compromisso", como por vezes acontece. Poderá também favorecer a eleição de um Papa mais conservador, na linha do pontificado de falecido papa.

Os cardeais votam na tarde do primeiro dia, e depois duas vezes a cada manhã e uma vez a cada tarde. Se ninguém tiver sido eleito durante os primeiros nove votos, poderá haverá um dia dedicado a oração e discussão.

O mesmo pode acontecer se voltar haver sete votações sem nenhuma conclusão.

Aos cardeais não é permitido nenhum contacto com o mundo exterior. Jornais, telefone, televisão, ou qualquer comunicação com o exterior são absolutamente proibidos. Haverá buscas regulares por dispostivos de escuta.

Quando se chega a uma conclusão

Assim que um cardeal receber o número necessário de votos, o Deão do Colégio de Cardeais pergunta-lhe se ele aceita a nomeação, e o nome pelo qual deseja ser chamado.

Quando o cardeal dá o seu assentimento torna-se imediatamente Pontifex Maximus, o Sumo Pontífice da Igreja Católica Romana.

De seguida os cardeais juram obediência a Sua Santidade e o Papa veste o traje branco do Pontificado. O Deão do Colégio dirige-se à varanda principal do Vaticano e anuncia: "Habemus Papam!" (temos um Papa). O novo Santo Padre aparece e dá a Benção Apostólica ao mundo católico.

Um dos aspectos da cerimónia que João Paulo I aboliu (durante o seu curto papado), foi a tradição da Coroação Papal. João Paulo II também decidiu não prosseguir com esse simbolismo monárquico do papado.

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abril 03, 2005

PAPA JOÃO PAULO II para a LOMBA

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Pontificado de 26 anos
Uma vida de apelo à paz

João Paulo II, Karol Wojtyla de seu verdadeiro nome, nasceu a 18 de Maio de 1920 em Wadowice, perto de Cracóvia (Polónia) e depois de manifestar algum interesse pelo teatro e literatura acabou por enveredar pelo sacerdócio, a conselho do cardeal Spiheda.

Durante a invasão nazi da Polónia, Wojtyla e um grupo de jovens polacos criaram uma universidade clandestina, como forma de resistirem ao encerramento das universidades polacas decretado pelos alemães.

Ordenado sacerdote em 1946, Wojtyla licenciou-se em Teologia na Universidade Pontifícia de Roma Angelica e mais tarde em Filosofia. Em 1958, foi consagrado Bispo Auxiliar do Administrador Apostólico de Cracóvia, monsenhor Baziak, tornando-se o mais novo membro do Episcopado polaco.

Participou nos trabalhos do Concílio Vaticano II e, com a morte de Baziak, em 1964, passou a desempenhar as funções de Bispo, cargo que ocupou durante dois anos, altura em que o Papa Paulo VI elevou Cracóvia a Arquidiocese. Três anos mais tarde, em 1967, o arcebispo Wojtyla era ordenado cardeal.

A 16 de Outubro de 1978, depois da morte de João Paulo I, 33 dias após a sua eleição como Papa, Karol Wojtyla foi eleito, aos 58 anos, como o 265.º sucessor de Pedro, interrompendo mais de 400 anos de eleição de Papas italianos.

Adoptou o nome de João Paulo II em homenagem ao seu antecessor. No seu Pontificado promoveu uma Europa do Atlântico aos Urais e condenou os conflitos, como o da Jugoslávia ou do Médio Oriente, do Afeganistão e do Iraque nos seus mais de 2400 discursos e documentos.

Lutou contra o comunismo na sua Polónia natal e ajudou a derrotá-lo no Mundo, mas também criticou o Ocidente opulento e egoísta, dando voz ao Terceiro Mundo.

Durante a sua visita a Cuba, em Janeiro de 1998, que marcou o fim de 39 anos de relações tensas entre a Igreja Católica e Fidel Castro, o Papa condenou o embargo económico dos Estados Unidos ao país.

A reconciliação com os judeus marcou a sua viagem à Terra Santa em Março de 2000 e uma “viragem” nas relações entre as duas religiões.

As comemorações do Jubileu do ano 2000 representam outro marco deste pontificado, tendo a Igreja Católica assinalado os dois mil anos do nascimento de Jesus Cristo com uma Carta Apostólica indicando o caminho a seguir no “Novo Millennio Ineunte” (novo milénio que agora começa).

A visita à mesquita dos Omeídas, onde o Papa se recolheu em oração junto ao túmulo de São João Baptista, marcou a deslocação à Síria, em Maio de 2001, tendo sido a primeira vez em que um Papa entrou numa mesquita.

Esteve hospitalizado várias vezes em consequência do primeiro atentado e foi submetido a seis operações, nomeadamente a uma fractura do colo do fémur em 1994. A este quadro clínico, somava-se a doença de Parkinson, um cancro no intestino e uma hemiplegia facial que visivelmente lhe dificultava a fala.

PONTIFICADO DE RECORDES E CURIOSIDADES

BAPTISMOS
João Paulo II baptizava na sua capela privada os filhos dos seus amigos ou dos seus mais modestos colaboradores. Casou um serralheiro com uma mecanógrafa. Todas as sextas-feiras confessava-se na Basílica de São Pedro. No Mundo percorreu 2,3 milhões de quilómetros. O suficiente para realizar mais de três viagens entre a Terra e a Lua e 31 voltas à Terra. Nestas viagens pronunciou 3288 discursos e esteve fora do Vaticano um total de dias correspondentes a dois anos e três meses. O Papa encontrou-se com 17,5 milhões de pessoas em 1164 audiências semanais.

MAIS POPULAR
Foi o único Papa a ter sido atingido a tiro na rua. E o único pontífice que deu entrada num hospital público até hoje. Segundo uma sondagem nos EUA, o que mais cativava na sua figura foi o sorriso, a devoção mariana, o domínio de várias línguas e o seu amor às crianças e aos pobres. João Paulo II ocupou o primeiro lugar numa sondagem que pedia a alunos do secundário de Portugal, Espanha e América Latina para indicarem “a pessoa que mais admiram”. No Natal costumava oferecer aos amigos, cardeais e trabalhadores no Vaticano uma garrafa de vinho e pão doce de limão.

VISITAS
Mais de mil chefes de Estado e de Governo visitaram João Paulo II na cidade do Vaticano. Entre eles Fidel Castro, presidente de Cuba.

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abril 02, 2005

Agora estou numa de astronomia para LOMBARDOS... Zé Dias na Lua

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Fogo e gelo - imagens de Marte revelam actividade vulcânica e glaciária recente

Marte é dinâmico. A forma e o tipo de escoamento deste depósito, encontrado perto de uma montanha marciana, com quase 4 quilómetros de altura, sugerem movimentos do tipo glaciar, de materiais ricos em gelo. A imagem foi obtida na encosta leste do vale de Hellas pela câmara HRSC da Mars Express. Crédito: ESA.
Movimentos de glaciares e explosões vulcânicas não estão confinados ao passado distante de Marte . Uma equipa internacional de investigadores publicou, na revista Nature, três artigos apoiados em dados obtidos pela missão Mars Express
Segundo um desses artigos, baseado na análise de imagens obtidas pela missão, os glaciares ter-se-ão movido dos pólos para os trópicos marcianos, há 350 000 para 4 milhões de anos, depositando enormes quantidades de gelo na base das montanhas e dos vulcões da região leste de Hellas, perto do equador. Os cientistas também estudaram imagens dos restos de glaciares no lado oeste do Monte Olimpo, o maior vulcão do Sistema Solar.Encontraram mais evidências de formação de gelo e movimentos recentes nestes glaciares de montanha tropicais, similares aos que existem na Terra, no Monte Kilimanjaro, no continente Africano.

Num segundo artigo, a equipa revelou evidências, previamente desconhecidos, de uma erupção de grandes proporções no vulcão Hecates Tholus, há menos de 350 milhões de anos. Numa depressão do vulcão foram encontrados depósitos glaciários com uma idade estimada entre 5 e 24 milhões de anos.

James Head, professor de Ciências Geológicas na Universidade Brown (EUA) e primeiro autor de um dos artigos publicados na Nature, disse que os dados glaciários sugerem uma alteração climática recente na história de Marte - uma história com 4,6 mil milhões de anos. A equipa de investigação chegou à conclusão de que Marte está a passar por um período interglaciar. À medida que o planeta se aproxima do Sol o gelo depositado nas latitudes mais baixas vai-se evaporando, voltando a alterar a face do planeta.

A descoberta da erupção explosiva de Hecates Tholus fornece mais evidências de que Marte esteve recentemente activo. Em Dezembro, membros desta equipa revelaram que as caldeiras de 5 vulcões principais de Marte estavam em actividade cíclica há apenas 2 milhões de anos. Especula-se agora sobre a possibilidade de alguma actividade ainda se manter. Segundo J. Head, Marte é um planeta dinâmico, com alterações climáticas e forças geológicas que determinam a evolução, tal como acontece na Terra.

A bordo da Mars Express está uma Câmara Estereográfica de Alta Resolução (HRSC), que produz imagens tridimensionais, nítidas, coloridas e em formato panorâmico da superfície do planeta. Estas imagens forneceram à equipa material para um terceiro artigo, no qual se mostram evidências da existência de um corpo de água, a sul do Elysium, com o tamanho e a profundidade do Mar do Norte.

A abundância de gelo e de vulcões activos pode fornecer condições favoráveis à existência de água e calor necessários para sustentar formas de vida primárias em Marte. Dados recentes obtidos pela Mars Express – e também o anúncio de que uma bactéria viva foi encontrada no Alasca, num bloco de gelo com 30000 anos – estão a tornar de novo acesa a discussão sobre a possibilidade de ter existido, ou mesmo ainda existir, vida em Marte. Numa sondagem realizada, durante uma conferência ocorrida em Fevereiro passado na ESA, 75% dos cientistas manifestaram acreditar que terão existido bactérias em Marte e 25 % acreditam que algumas poderão ter sobrevivido até hoje.

James Head viajou recentemente à Antárctida para estudar os glaciares, incluindo as bactérias que podem resistir às condições extremas de frio seco daquele continente. A ideia é tentar estabelecer um paralelismo com as condições que existem em Marte, onde as temperaturas rondam os 67 graus abaixo do ponto de congelação, temperaturas essas que não são muito diferentes das que existem no interior frígido da Antárctida. Segundo este investigador, as características geológicas que Marte apresenta neste momento podem estar relacionadas com a presença de vida, mas prová-lo será ainda um longo caminho a percorrer. Os depósitos glaciários que estão a ser estudados permitirão conhecer muito mais sobre as alterações climáticas em Marte e servirão de amostras para missões futuras.

José Dias Rocha
jdrocha@montepiogeral.pt

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abril 01, 2005

Primeiro de Abril: O Dia da Mentira na LOMBA

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Tudo começou em 1564, quando Carlos IX, rei de França, por uma ordonnance de Roussillon, Dauphine, determinou que o ano começasse no dia primeiro de janeiro, no que foi seguido por outros países da Europa. É claro que, no início, a confusão foi geral, de vez que os meios de comunicação ainda eram inexistentes. Não havia rádio, televisão, nem mesmo o jornal, pois a invenção da imprensa, por Gutenberg, só aconteceu muitos anos depois.

Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como o Dia da Mentira., por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade.

Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia o seguinte: "Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir".

Seria um nunca acabar se fossem, aqui, relacionadas as brincadeiras referentes ao primeiro de abril. Até mesmo eram distribuídas cartas convidando amigos para assistirem ao enlace matrimonial de pessoas que nem sequer se conheciam, mencionando a igreja, o dia e a hora em que seria celebrado o suposto casamento.

Vejamos alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto é, de São Paulo, n11 1488, edição de 8 de abril de 1998: 1) "A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. 0 anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johannesburgo; 2) A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima; 3) A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Paratanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times,, 4) Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas; 5) Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana."

Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto é, São Paulo, nº 1510, edição de 9 de setembro de 1998, informou que ele "era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela Câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador coberto Requião no dia 1º de abril de 1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passara m toda a madrugada no Palácio Iguaçu. De manhã, Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da, Mentira."

Tudo faz crer que as brincadeiras, originárias das plaisanteries francesas, continuem sempre a existir, graças à eternidade das manifestações folclóricas no mundo inteiro.

Posted by jpastor at 03:04 AM | Comentários: (0)

Feliz 4º Aniversário Site da LOMBA!!!

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"Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. É ser grato, reconhecido, forte, destemido.É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo"

Posted by jpastor at 02:59 AM | Comentários: (2)